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Brasileiros passam por revista mais rigorosa em voos para os EUA, diz Anac

do G1

Toda bagagem de mão está sendo revistada, informa agência. Passageiros também têm que passar duas vezes por detector de metais.

Cão policial revista bagagem no aeroporto de Los Angeles

Passageiros brasileiros com destino aos Estados Unidos poderão ter que esperar um tempo maior na fila antes de embarcar. Segundo a Agência Nacional de Aviação (Anac), as companhias aereas estão revistando manualmente toda bagagem de mão entre a sala de embarque e as aeronaves. Depois disso, os passageiros ainda têm que ser examinados por meio de bastão detector de metal.

As medidas fazem parte de um pacote de segurança lançado pelo governo dos EUA depois de uma tentativa de explosão de um avião que voava de Amsterdã para Detroit na última sexta-feira (25). As restrições estão sendo impostas em todos os aeroportos internacionais com destino aos Estados Unidos, e mesmo nos aeroportos domésticos dos EUA.

Por conta das revistas mais demoradas, as autoridades norte-americanas pedem que os passageiros com destino aos EUA cheguem aos aeroportos com uma hora a mais de antecedência. No Brasil, isso significa três horas antes da decolagem.

Dentro dos aviões

No interior das aeronaves, as medidas de segurança foram afrouxadas nesta segunda-feira (28). Fontes ligadas ao setor aereo informaram à agência Associated Press que passageiros poderão novamente carregar cobertores, levantar de seus assentos e usar equipamentos eletrônicos no final da viagem.

O governo dos EUA não quis informar oficialmente os detalhes das restrições durante os voos, mas passageiros que desciam dos aviões contaram que as medidas mais duras eram impostas uma hora antes da chegada em solo americano. Os viajantes eram impedidos assistir TV ou ouvir música, acessar a bagagem de mão e usar travesseiros e cobertores.

Passageiros fazem fila para passar por revista em aeroporto de Los Angeles

Segundo fonte ouvida pela AFP, que não quis se identificar, essas regras foram relaxadas nas últimas 24 horas, mas a mudança não foi anunciada oficialmente pelo governo dos EUA.

De acordo com a TSA, órgão dos Estados Unidos responsável pela segurança nos transportes, as restrições podem variar conforme a companhia aérea, e a falta de detalhes sobre isso é proposital. “As medidas [de segurança] foram pensadas para serem imprevisíveis. Por isso, os passageiros não devem esperar ver a mesma coisa em todos os lugares”, informa nota publicada no site da TSA.

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