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China executa britânico por narcotráfico e gera crise diplomática com o Reino Unido, que já chamou embaixadora

do G1

Akmal Shaikh havia sido condenado por tráfico internacional de heroína. Mesmo após pedidos de clemência, ele foi morto com injeção letal.

O ministério britânico das Relações Exteriores anunciou nesta terça-feira (29) ter convocado a embaixadora da China em Londres após a execução de um britânico condenado a morte por narcotráfico, mesmo depois dos familiares terem alegado que o homem sofria uma doença mental. “Ela foi convocada”, afirmou à AFP uma porta-voz do Foreign Office, em referência a Fu Ying, embaixadora da China em Londres.

“A Grã-Bretanha vai reiterar a condenação à execução de Akmal Shaikh”, completou. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que atuou pessoalmente em várias ocasiões para obter a clemência das autoridades chinesas, criticou a execução “com a máxima firmeza”. Akmal Shaikh, 53 anos, foi executado nesta terça-feira por injeção letal em Urumqi, capital de Xinjiang (noroeste). Ele foi o primeiro europeu executado na China em 58 anos, segundo a ONG de ajuda jurídica com sede em Londres Reprieve.

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