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Passageiros dizem que trem da SuperVia, no Rio de Janeiro, circulou sem maquinista

do G1

Sindicato confirma informação e vai pedir investigação do Crea. Agetansp dá 24 horas à SuperVia para esclarecer situação.

Passageiros informaram que o trem do ramal de Japeri que apresentou defeito nesta segunda-feira (18) circulou sem maquinista no trecho entre as estações de Ricardo de Albuquerque e Oswaldo Cruz. Segundo eles, a composição estava em velocidade superior a normal e não parou na estação de Deodoro.

“Em Ricardo (de Albuquerque) o trem parou e começou a abrir e fechar as portas, abrir e fechar as portas. Aí saiu um bocado de gente para ver se vinha outro trem na outra linha. Do nada, o trem começou a partir sem maquinista e só foi para entre Oswaldo Cruz e Madureira”, disse um passageiro.

Outro passageiro confirmou que o trem estava sem contudor. “Na estação as pessoas gritavam: ‘ tá sem maquinista, tá sem maquinista’. Até que cortaram a energia e o trem parou”, relatou.

O condutor, segundo os passageiros, que teria descido em Ricardo de Albuquerque para verificar um defeito na parte elétrica, assistiu atônito o trem partir sozinho. A composição parou antes de chegar à estação de Oswaldo Cruz, quando teve a energia cortada pela central de controle da SuperVia.

Sindicato confirma trem sem maquinista

O presidente do Sindicato dos Ferroviários, Valdir de Lemos, o Índio, confirmou as denúncias de passageiros de que o trem percorreu um trecho entre as estações de Ricardo de Albuquerque e Oswaldo Cruz sem maquinista.

Segundo o sindicato, o trem passou numa velocidade superior a 70 Km/h pela estação de Deodoro e o condutor havia saído da composição para averiguar um problema na parte elétrica quando viu, atônito, o trem sair em disparada. Índio disse que vai pedir ao Conselho Regional de Engenharia (Crea) para investigar o motivo do incidente.

Nota da Agetransp

Em nota, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio (Agetransp) informou que “através de seu Conselho Diretor informa que, tão logo soube dos problemas técnicos no ramal Japeri, enviou ao local equipe de fiscalização para apurar os fatos.

As primeiras informações são que, por volta das 6h15, um trem do ramal Japeri apresentou problemas operacionais e não parou na estação Ricardo de Albuquerque. O Conselho determinou a instauração de processo específico para apurar as causa do incidente e solicitou à concessionária, em 24 horas, todas as informações pertinentes a ele. A SuperVia informou que o incidente causou atrasos na circulação de trens durante toda a manhã no ramal de Japeri”.

Circulação volta ao normal

O intervalo entre os trens do ramal de Japeri começou a voltar ao normal às 9h10 gradativamente, segundo a SuperVia. Às 6h15, de acordo com a empresa, um trem que seguia em direção à Central do Brasil apresentou um problema operacional na estação de Ricardo de Albuquerque e só foi parar próximo da estação de Oswaldo Cruz, depois de a energia ter sido desligada.

A empresa diz que os passageiros desembarcaram na linha férrea com a ajuda de agentes de controle e seguiram até a estação de Oswaldo Cruz, de onde seguiram viagem em outra composição.

A assessoria informou ainda que não houve registro de tumulto nas estações nem de feridos, mas investiga a informação de passageiros que contaram que o trem saiu de Ricardo de Albuquerque sem maquinista, passou direto pela estação de Deodoro e teve de ter a energia desligada para parar.

Danos na linha férrea

Ao ter a energia cortada, o trem que apresentou defeito teria danificado equipamentos na linha. Por cauda disso, segundo a SuperVia, os trens do ramal de Japeri chegaram a circular com atrasos e intervalos de até 40 minutos.

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