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Diplomatas vão à região afetada de Machu Pichu auxiliar brasileiros

do R7

Sete pessoas morreram, inclusive uma turista argentina de 23 anos

Água do rio Urubamba passa bem perto de prédios de Machu Pichu, em Cuzco

A Embaixada do Brasil no Peru enviou dois diplomatas à região de Machu Pichu, onde um grupo de turistas brasileiros se encontra preso depois que deslizamentos isolaram a trilha que leva ao sítio arqueológico no topo da Cordilheira dos Andes.

Segundo informações do Itamaraty, dois funcionários da seção consular em Lima foram à região atingida por fortes chuvas, que destruíram 2.000 casas e deixaram 10.000 desabrigados, segundo a imprensa peruana. Na região de Cuzco foi decretado estado de emergência por 60 dias.

As agências de notícias falam em até 2.000 turistas presos na área do desastre. Sete pessoas morreram, inclusive uma argentina de 23 anos, atingida pelo desmoronamento de um barranco.

Não há números oficiais, mas o Itamaraty trabalha com uma estimativa de 120 brasileiros na área. Durante todo o dia helicópteros peruanos fizeram resgate de turistas. Os diplomatas deslocados à região de Machu Pichu dispõem de uma verba para atender os cidadãos brasileiros que necessitem de auxílio emergencial.

Prejuízos de US$ 150 milhões

Uma ponte aérea foi estabelecida entre Machu Picchu e Cuzco, para retirar turistas europeus, latino-americanos e norte-americanos, mas operou com dificuldades, devido às condições do clima, na manhã desta terça-feira, após evacuar 75 turistas na segunda.

Cerca de 10 mil pessoas ficaram desabrigadas na região de Cuzco, próxima à Machu Pichu, depois que fortes chuvas atingiram o altiplano do Peru

O primeiro-ministro Javier Velásquez viajou para Cuzco junto com parte de seu gabinete ministerial e com o Chefe da Defesa Civil para avaliar os danos e ativar ações de emergência com integrantes do governo de Cuzco.

Além de quatro helicópteros americanos, o governo peruano colocou à disposição um outro aparelho da polícia e três das Forças Armadas, aos quais se somaram dois helicópteros privados.

Os prejuízos causados pelas chuvas superam os 150 milhões de dólares, segundo o presidente regional de Cuzco, Hugo Gonzales.

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