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Orçamento de Obama para os EUA descarta volta do homem à Lua

do Terra
Obama apresenta, em discurso, o orçamento do ano fiscal de 2010

O orçamento proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dá à Nasa um incremento de US$ 6 bilhões em 5 anos, mas aborta as tentativas de retornar à Lua e transfere o transporte espacial para as companhias comerciais.

O orçamento da agência espacial cresceria para US$ 19 bilhões em 2011 de acordo com o orçamento proposto, divulgado nesta segunda-feira, colocando ênfase na ciência e menos gastos com exploração espacial. Ele “acrescenta US$ 6 bilhões ao orçamento da Nasa ao longo de cinco anos e mobiliza a inventividade americana para permitir que embarquemos num ambicioso programa do século XXI de exploração humana do espaço”, lê-se na proposta de orçamento.

No entanto, o plano põe fim ao programa Constellation, “que planejava usar uma abordagem similar ao do programa Apollo para levar astronautas de volta à Lua 50 anos depois do triunfo daquele programa.” O orçamento ressalta que um painel independente descobriu que o programa da Lua estava atrasado em anos.

Em vez disso, estamos lançando um esforço totalmente novo que investe a inventividade americana para o desenvolvimento de tecnologias mais capazes e inovadoras para a exploração espacial do futuro”, lê-se. O novo orçamento, que está sujeito a mudanças no Congresso, também amplia as operações da Estação Espacial Internacional para além da data planejada para a sua desativação, em 2016, sugerindo possíveis acréscimos como habitats espaciais infláveis.

A proposta de Obama concede mais operações espaciais ao setor comercial, dizendo que isso criará milhares de empregos novos e manterá os custos baixos. A Nasa já gastou US$ 9 bilhões no Constellation e provavelmente ficará devendo outros milhões ao cancelar os contratos existentes. Os principais fornecedores do programa de foguete Ares incluem a ATK Launch Systems, Pratt & Whitney Rocketdyne e a Boeing Co.

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