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Em encontro com a imprensa, Ana Carolina Oliveira revela a mágoa profunda que sente pelo casal Nardoni

do R7 | VÍDEO: G1

Ana Carolina disse que não viu o casal no júri e que não fez questão de olhá-los.

Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella – morta em 2008 aos cinco anos – disse no sábado (27) que não chegou a enxergar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina, durante o julgamento do casal. Visivelmente abalada, ela não escondeu a mágoa que sente dos dois, que foram condenados. – Eu não consegui enxergá-los (durante o júri), e também não era do meu interesse olhar na cara deles.

Para Ana Carolina, as provas contra o casal eram “claras” e a condenação foi justa. – É muito difícil ficar frente a frente com a pessoa que deveria zelar pela integridade dela (da Isabella). (…) Eu entreguei ela para ele com vida, inteira, sem nenhum arranhão. E o que eu obtive de volta não foi isso.

Apesar de se dizer satisfeita com a pena, a mãe da menina demonstrou a preocupação com a possibilidade de o casal deixar a prisão em dez anos. – Acho que existe uma falha na legislação em relação a isso. (…) Independentemente de qualquer coisa, minha filha não vai mais voltar.

“Segunda-feira vou andar diferente”

Bastante cansada após ter passado a madruga sem dormir, a mãe da menina Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira, disse ao programa Hoje em Dia, da Rede Record, na manhã de sábado, que vai começar uma nova fase em sua vida após o julgamento.

Ana Oliveira relembrou o período em que teve de ficar confinada – de segunda-feira (22) até a quinta-feira (25) – no Fórum de Santana sem poder falar com a sua família. A medida, à época, ocorreu a pedido da defesa, para possível acareação. Após laudo psiquiátrico, ela foi dispensada pela defesa, com aval dos réus.

Segundo ela, os dias que antecederam a decisão que puniu o casal Nardoni foram marcados por muita ansiedade e expectativa.

– Essa foi uma situação que esperei muito. Agora é outra fase da vida que começa. Ainda não parei pra pensar. Acho que segunda-feira (29) vou começar a andar de forma diferente.

Neste dia, completará dois anos que a menina foi estrangulada e jogada do sexto andar do Edifício London, na zona norte de São Paulo, em 2008.

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