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Dilma diz que ‘faxina’ em ministérios não é ‘meta de governo’

G1

Presidente voltou a dizer que a ‘faxina’ do governo é contra a pobreza. Segundo ela, não se demite todos os dias. ‘Isso não é Roma Antiga.’

A presidente Dilma Rousseff, durante lançamento do Programa Nacional de Microcrédito, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (24), após cerimônia no Palácio do Planalto, que fazer “faxina” em ministérios envolvidos em denúncias de corrupção não é “meta” do atual governo.

“Acho que combate-se o malfeito. Não se faz disso meta de governo. Faxina no meu governo é faxina contra a pobreza. É isso que é a faxina. O resto são ossos do ofício da Presidência. Se houver algum malfeito, eu tomarei providências”, afirmou.

Dilma é terceira mulher mais poderosa do mundo, segundo lista da Forbes:

Questionada se poderia demitir ministros nas próximas semanas, a presidente afirmou: “Não é adequada essa pauta de demissões. Não se demite nem se faz escala de demissão nem sequer demissão todos os dias. Isso não é Roma Antiga”, declarou – na Roma Antiga, segundo relatos históricos, cristãos eram lançados aos leões em espetáculos para romanos no anfiteatro Coliseu.

Dilma disse considerar “inadequado” usar o termo “faxina” para classificar as demissões de ministros no atual governo. “Eu não sei de onde saem as informações de vocês, mas tanto a forma como colocam a política do meu governo contra malfeitos, chamando-a de faxina, eu não concordo com isso”, disse.

Desde o início do mandato de Dilma, em janeiro, quatro ministros deixaram o governo: Antonio Palocci, da Casa Civil;  Alfredo Nascimento, do Ministério dos Transportes;Nelson Jobim, do Ministério da Defesa; e Wagner Rossi, do Ministério da Agricultura. Os últimos três pediram demissão após denúncias de corrupção nos ministérios.

A presidente também fez uma defesa enfática do respeito à “presunção de inocência” e disse que já passou pela experiência de ser acusada antecipadamente. “É importantíssimo respeitar a dignidade das pessoas, não submetê-las a condições ultrajantes. E eu sei disso porque já passei por isso”, disse. Segundo Dilma, o maior objetivo do atual governo é fazer o país crescer. “O centro do meu governo é fazer o país crescer, combater a pobreza. O resto é tomar providência contra malfeito, é obrigação como presidenta.”

Crise

A presidente também comentou rapidamente sobre a crise financeira internacional. Ela afirmou não esperar que a turbulência econômica atual resulte em “catástrofes” como a quebra de grandes bancos, o que ocorreu na crise econômica de 2008. “Você não espera catástrofes do porte daquela do Lehman Brothers [banco norte-americano que quebrou], a não ser que, infelizmente, um banco quebre, o que eu não acredito que deixarão isso ocorrer”, disse. Segundo Dilma, a crise terá “altos e baixos”. “Acho que a crise vai ser isso que estamos vendo: um dia está pior, outro dia está melhor”, disse.

Forbes

Nesta quarta-feira a revista norte-americana “Forbes” divulgou um ranking com as mulheres mais poderosas do mundo. A presidente Dilma ficou em terceiro lugar, atrás apenas da primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, e da secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton.

A grande maioria da lista é composta por mulheres empresárias, políticas e líderes dos setores de mídia e entretenimento. A modelo Gisele Bündchen ficou em 60º lugar. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, ficou em 1º lugar no ano passado e este ano caiu para a oitava posição.

A mulher mais bem colocada do mundo dos negócios foi a indiana Indra Nooyi, que ficou na quarta posição. Ela comanda a PepsiCo. Em quinto lugar ficou a chefe de operações do Facebook, Sheryl Sandberg. A cantora Lady Gaga ficou em 11º lugar e é a mais nova da lista, com 25 anos. A Rainha Elizabeth ficou com a 49º posição e é a mais velha da lista, com 85 anos.

Oito chefes de Estado e 29 presidentes-executivas estão na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Elas tem em média 54 anos e controlam juntas US$ 30 trilhões. De acordo com a “Forbes”, Dilma entrou para a história ao ser a primeira mulher em liderar a maior potência econômica da América Latina. Hillary Clinton foi elogiada por ter lidado com as revelações do WikiLeaks e com as revoluções no Oriente Médio. A revista diz ainda que essas mulheres alcançaram o poder por meio da conectividade, habilidade de construir uma comunidade ao redor de organizações que elas supervisionam, países que lideram e marcas pessoais.

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