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Caso Mikaely Ferraz: “Se houve crime, tomaremos medidas drásticas”, diz comandante da PM

Tenente Coronel Pedro Paulo Celso, da PM do Pará, falou sobre o caso da jovem itambeense que teria cometido suicídio, segundo relatou o namorado dela, o policial militar Gledson.

fonte_blogdomarcelo| Redação.BDM

Repercute no Pará e na Bahia o suposto suicídio da jovem Mikaely Ferraz, de 22 anos, natural de Itambé, ocorrido na última quarta-feira (31). Ela teria pego a arma do namorado, o PM Gledson Maciel, e tirado a própria vida.

O comandante da Polícia Militar de Parauapebas Tenente Coronel, Pedro Paulo Celso, que assumiu o 23º batalhão que abrange as cidades de Parauapebas, Curionópolis, Eldorado do Carajás e Canaã dos Carajás no dia 4 de março deste ano, recebeu em seu gabinete para uma entrevista exclusiva e falar respeito do caso que envolve o cabo da PM Gledson Maciel e a jovem Mikaely Ferraz de 22 anos. Acompanhe a entrevista:

O senhor recebeu que horas a notícia que uma jovem estava morta, e seu comandado no caso, quais foram as primeiras providencias que o senhor tomou?
Coronel Pedro: Ei fiquei sabendo aproximadamente 20:55 Horas, minha primeira providencia foi mandar isolar o local do sinistro, na mesma hora, eu pedi que viesse um perito de Marabá, exatamente para evitar comentários duvidosos da população ou mesmo da família da jovem, e pra que não pairasse no ar, que pudesse ter envolvimento dos peritos daqui, com os policiais militares, e afastar qualquer possibilidade que os peritos daqui não fosse competente quanto os de Marabá, mas foi uma precaução nossa de lisura no caso e jamais querer colaborar com um ato equivocado seja lá de quem quer que seja.

O senhor tem trabalhado o lado humano dos seu comandados, apesar de pouco tempo aqui em Parauapebas?
Coronel Pedro: Os meus comandados aqui sabem que eu sempre enfatizo da necessidade da família de cada cidadão aqui, e eles desenvolvem suas capacidades laborativas; equívocos ocorrem, mas vão ser apurados rigorosamente e assim que estiverem prontos, nós vamos sim responder a todos os quesitos que forem necessários perante a imprensa, atinja quem atingir.

O senhor na sua experiência de mais de 20 anos de policia, acha que foi suicídio?
Coronel Pedro: Eu não posso julgar nada nesse momento; mas o suicídio ele deixa suas marcas e características, suas digitais, a forma como o corpo foi encontrado, onde caiu o armamento, gotículas de sangue na parede, a zona em que o disparo entrou se foi da direita para a esquerda, de cima para baixo, ou vice versa, a zona de chamuscamento, normalmente quando um tiro é encostado, a distancia; deixa um resíduo de pólvora, queimaduras, prova de pólvora na mão da vitima, ou até mesmo do militar, então é uma série de quesitos, que vai se apresentar. Nós não estamos aqui para fazer coronelismo, os tempos são outros, hoje nós temos uma medicina avançadíssima, temos uma legislação, e médico legal que direciona tudo isso, e não há como afastar ou tentar ludibriar os laudos que virão por aí, isso é fato.

Quais serão os próximos passos para desvendar esse mistério e tranquilizar a família da jovem?
Coronel Pedro: Nós vamos aguardar do IML, e se houver algum cometimento de crime, tomaremos medidas drásticas, podem ter certeza disso. Eu não vou colocar minha carreira e a carreira de todos aqui que estão trabalhando sério, cada um tem que ser responsável pelos seus atos.

Qual é a atual condição do Cabo Gledson, o que aconteceu com ele?
Coronel Pedro: Ele está ingressando de férias, contudo ele vai ser direcionado para o centro de apoio psicossocial da Polícia Militar, porque eu não tenho como afastar ele nesse momento, ele também está abalado psicologicamente, eu não posso de forma alguma afastar o apoio à família dele. Eu entendo perfeitamente a dor da família da pessoa que faleceu, são vários entes que estão envolvidos nisso, a família da moça que faleceu, a família do cabo Gledsom, a família miliciana, toda a instituição, e o próprio policial militar, porque também ele é de carne e osso, ele não é insensível e a própria sociedade. Questionamento precipitados a respeito de imputar responsabilidades agora nesse momento ao Cabo, talvez eu possa cometer um crime de injuria, eu não quero ser acelerado a esse ponto, prefiro aguardar todos os documentos comprobatórios para que haja uma manifestação assertiva, correta e tomar as providencias necessária a partir daí. Quero apenas dizer aos munícipes dessa região, para mim e tenho falado aqui, a família é a base para tudo, à família que te dá o conhecimento, família que dá amor e carinho, aqui eu peço sempre aos meus comandados, respeitem as famílias, mas eu só posso pedir mesmo, porém não vamos passar a mão na cabeça de ninguém. Com informações do Jornal Carajás.

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