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Comoção: Morte de garota por traficante brasileiro “derruba” cúpula da Polícia paraguaia

Lidia Meza Burgos, de 18 anos, foi morta com 16 facadas neste sábado (17), pelo traficante Marcelo Piloto. Crime impede extradição do criminoso ao Brasil.

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez anunicou neste domingo, através de sua conta no Twitter, segundo o jornal paraguaio “ABC Color”, a troca de comando na Polícia Nacional do Paraguai. O anuncio foi feito após o presidente se reunir com seu Conselho de Segurança Interna para tratar do assassinato de uma mulher, cometido pelo traficante carioca Marcelo Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto. O crime foi cometido por Marcelo Piloto dentro do quartel onde está preso. A vítima é argentina Lidia Meza Burgos, de 18 anos, morta com 16 facadas. Ela visitava Piloto pela segunda vez, para um encontro a sós na cela. O crime, que chocou o país inteiro, acabou provocando a queda do comandante da polícia nacional , comissário Bartolomé Báez e do subcomandante Luis Paulo Cantero.



Segundo informou ABC Color, o ministro do Interior, Juan Ernesto Villamayor, anunciou que o chefe de polícia Gregorio Walter Vázquez Alderete será o novo comandante da polícia paraguaia. Já Eladio Sanabria Morán será o novo subcomandante. Depois do crime, o próprio advogado de Piloto afirmou que agora seu cliente precisará ser julgado por homicídio, e que isso deve impedir sua extradição para o Brasil. Através de sua conta no Twitter, a ministra da Mulher do Paraguai, Nilda Romero, expressou seu repúdio ao caso e cobrou a investigação e punição dos envolvidos.

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“Como instituição que salvaguarda a proteção dos direitos das mulheres, não toleramos a violência perpetrada contra as mulheres em nenhuma de suas formas. Lembramos também que o Ministério da Mulher coloca à disposição das mulheres vítimas de violência, serviços de assistência social, psicológica e jurídica. Chega de violência contra as mulheres!” escreveu a ministra. A extradição de Piloto foi concedida em 30 de setembro, mas ele recorreu e agora é analisada em segunda instância. Até então, o Ministério do Interior do Paraguai acreditava que seu retorno ao Brasil pudesse ocorrer ainda este mês, já que os crimes que cometera por lá (falsificação de documentos e homicídio) são considerados de fácil conclusão.



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