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Tolerância zero: Homem que mantinha ex-esposa refém é morto por sniper do Bope no Ceará

Segundo a SSP-CE, “ao perceber que ele (o suspeito) estava determinado a golpear sua ex-companheira, um sniper do Bope agiu, neutralizando-o.

Um homem de 38 anos que estava mantendo a ex-mulher como refém foi morto por disparo de sniper por um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Ceará na localidade de Tapera, em Aquiraz, na tarde desta segunda-feira (16). O homem mantinha a ex-mulher sob a mira de uma faca. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), agentes de segurança tentaram negociar com o homem a liberação da mulher durante cinco horas.



Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, “ao perceber que ele (o suspeito) estava determinado a golpear sua ex-companheira, um sniper do Bope agiu, neutralizando o suspeito com um disparo de arma de fogo”. Segundo familiares, a mulher estava sentada na cacimba e o ex-marido estava atrás com uma faca no pescoço dela, quando o policial o atingiu com um tiro sniper. O caso aconteceu em um terreno por trás da residência onde o casal morava quando estava junto.

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Gestão da crise

Após cinco horas tentando negociação, um agente atingiu o homem com um tiro de sniper. Ele morreu no local do crime. A mulher foi resgatada e socorrida para uma unidade de saúde, onde recebeu atendimentos. Em seguida, ela e os policiais que participaram da ação foram até a Delegacia Metropolitana de Eusébio, onde o caso foi registrado. A família do homem de 38 anos que foi morto por um sniper do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Ceará na localidade de Tapera, em Aquiraz, na Grande Fortaleza questiona a ação da PM. O homem mantinha a ex-mulher sob a mira de uma faca. O caso foi registrado na tarde desta segunda-feira (16). Em nota, a Polícia Militar do Ceará informou que a ação policial foi embasada na Doutrina Nacional de Gerenciamento de Crise, e está de acordo com a Legislação Estadual, que contém um decreto regulando o Gerenciamento de Crise. Carmosita de Paula, irmã da vítima, que o irmão precisava de ajuda psicológica e que era trabalhador e cuidava dos três filhos.



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