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BH: Dono e piloto sobreviveram à queda, mas estado é grave. Avião tentou retornar. VÍDEO

Allan Duarte de Jesus Silva, piloto de 29 anos, teve 100% do corpo queimado. Proprietário Srrael Campras teve 32% de queimaduras. Passageiro com eles morreu.

O piloto Allan Duarte de Jesus Silva, de 29 anos, teve quase 100% do corpo queimado após o acidente envolvendo uma aeronave de pequeno porte que caiu no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (21). De acordo com a família dele, Allan é piloto há dez anos. Vive na cidade de Nova Serrana, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais. Ele prestava serviços para um empresário.



O voo desta segunda-feira seria um freela para o dono da aeronave, Srrael Campras dos Santos, de 33 anos, que também está internado. De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), ele teve 32% do corpo queimado. Na foto abaixo, Srrael aparece à direita, recebendo os primeiros socorros. Até às 15h30, o outro ocupante, que ainda não foi identificado oficialmente, tem 32 anos e teve 55% do corpo queimado.

Avião tentou retornar

“A imagem leva a crer que ele tentou de alguma forma retornar”, disse o piloto e especialista em segurança de voo pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Sérgio Luís Mourão, após analisar o vídeo que mostra a queda de um avião em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (21). Três pessoas morreram no acidente e outras três ficaram feridas. Assista:

“Parece que não ele teve condições [de voltar] devido às características: estava baixo, em baixa velocidade, isso tudo prejudica bastante alguma manobra de retorno. Quando teve a perda de controle, provavelmente ele acionou o paraquedas”, acrescentou Mourão. A aeronave de pequeno porte, com prefixo PR-ETJ, havia partido do aeroporto Carlos Prates, no bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste da capital. Minutos depois da decolagem, com destino a Ilhéus (BA), o avião caiu no bairro residencial Caiçara. Três carros foram queimados no acidente e a rede elétrica foi atingida pelas chamas.

Paraquedas de aeronave ficou na Rua Minerva, no bairro Caiçara, em Belo Horizonte  — Foto: Herbert Cabral/TV Globo

De acordo com o especialista, o modelo Cirrus tem paraquedas para amortecer o impacto e isso pode ter evitado maiores danos. A estrutura, que fica atrás da aeronave, é acionada quando o piloto percebe que vai ter que fazer um pouso forçado. No local do acidente, na Rua Minerva, a peça estava aberta no chão. “Você pode ver, pela característica, que a aeronave caiu inteira na rua. Os destroços estão concentrados. Leva a crer que ela caiu na vertical. Normalmente, o acidente deixa rastros, uma trilha de rastros. Ali parece que não houve. O fogo foi devido aos tanques estarem muito cheios”, explicou Sérgio Luís Mourão.

Aeronave foi destruída por chamas; três morreram em acidente, em Belo Horizonte — Foto: Raquel Freitas/G1

IML

Em nota, divulgada nesta segunda-feira (21), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o Instituto de Criminalística da Polícia Civil estão no local fazendo os levantamentos referentes aos prejuízos materiais causados e as mortes já divulgadas. Ainda de acordo com a polícia, os nomes das vítimas só serão divulgados após a realização dos exames de necropsia no Instituto Médico Legal (IML). O órgão responsável por investigar causas de acidentes aeronáuticos é o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB). A perícia da Polícia Civil aguarda técnicos do Cenipa para realizar os trabalhos finais e, em seguida, liberar o terceiro corpo.

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O piloto Alan Duarte de Jesus Silva teve quase 100% do corpo queimado — Foto: Redes sociais/Divulgação



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