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Horror: Mãe de bebê encontrada morta em piscina é assassinada. Padrasto foi preso. VÍDEO

Segundo delegado, Maria Helena da Silva foi executada a tiros nesta quarta (25). Filha dela foi encontrada morta em piscina na sexta (20).

A mãe da bebê de 1 ano e 11 meses encontrada morta em uma piscina na sexta-feira (20) foi assassinada nesta quarta-feira (25) em Joinville, no Norte de Santa Catarina. De acordo com a Polícia Civil, a mulher levou vários tiros na região do abdômen. Nenhum suspeito foi preso. De acordo com o delegado Elieser Bertinotti, tudo indica que a morte foi uma execução. A polícia ainda não sabe a motivação e possível autoria para o crime. Assista a reportagem:



O marido da vítima está preso desde sábado (21) suspeito da morte da enteada de 1 ano e 11 meses. No sábado, Maria Helena da Silva Francisco Neto chegou a afirmar à NSC TV que acreditava na inocência do marido. O G1 não conseguiu detalhes sobre a morte da mulher na noite desta quarta-feira, nem informações sobre como ficarão as investigações da morte da menina após o assassinato da mãe.

Suspeito alega que a criança foi encontrada desacordada na piscina de uma casa vizinha — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Padrasto simulou afogamento após asfixiar bebê

Um jovem de 20 anos foi preso em flagrante na manhã deste sábado (21) suspeito de matar a enteada, de 1 ano de idade, em Joinville, no Norte catarinense. A criança teria sido encontrada desacordada na tarde de sexta-feira (20) na piscina de uma casa vizinha a da família, no bairro Ulysses Guimarães, Zona Sul do município. Em depoimento à polícia, o padrasto alegou que a menina teria se afogado. De acordo com o delegado Wanderson Alves Joana, da Delegacia de Homicídios (DH), a possibilidade de afogamento foi descartada após a polícia receber o laudo preliminar, emitido nesta manhã, pelo legista do Instituto Geral de Perícias (IGP). O documento final deve ser enviado à polícia em um prazo de 10 dias.

Padrasto é preso suspeito de matar criança de 1 ano de idade em Joinville — Foto: Polícia Civil/Divulgação

“[O laudo] descartou afogamento e relatou compressão direta das vias aéreas [respiratória], ou seja, alguém tapou as vias aéreas, mas não foi água, foi outra coisa. É uma asfixia, mas não por água. Compressão de vias aéreas não há outra hipótese se não for provocada por um terceiro. Com base nisso, e ouvindo algumas testemunhas, nós estamos convictos com a prática de feminicídio”, explicou. Sete pessoas foram ouvidas pela polícia, entre elas a mãe, o pai, a dona do imóvel onde ficava a piscina, pessoas que moravam próximas à casa e dois policiais que participaram do caso. Não há nenhum indício que aponte o envolvimento da mãe no crime, segundo o delegado. O padrasto deve responder por feminicídio, pois tinha uma relação familiar com a vítima. O delegado solicitou a prisão preventiva do jovem, que continua detido em flagrante.

Menina ainda foi socorrida

A Polícia Civil foi acionada pelo posto de saúde para onde a menina foi levada desacordada. Socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acionado pela unidade, tentaram reanimar a criança, mas ela já estava morta.A mãe teria deixado a menina com o padrasto para ir trabalhar. Inicialmente, de acordo com o delegado, havia a informação de que a criança teria sido encontrada na piscina, versão que gerou desconfiança dos policiais que estiveram no local. Entretanto, segundo Alves, a investigação apontou que o próprio padrasto teria simulado o afogamento.

Velório de criança foi neste domingo, em Joinville — Foto: Kleber Pizzamiglio/NSC TV

“Ele a colocou na piscina, onde ela se molhou, e já saiu retirando e gritando que precisava de ajuda, que ela tinha morrido. Mas o que foi determinante [para descartar a hipótese de afogamento] foi o exame realizado pelo médico legista, que não constatou nenhum pingo de água nas vias aéreas”, afirmou Alves. De acordo com o delegado, a mãe e o padrasto teriam recebido uma intimação judicial sexta-feira (21) determinando que ela entregasse a criança para o pai em um prazo de 24 horas. Não há boletim de ocorrência de violência praticada pelo padrasto contra a criança, segundo o delegado. // NSC.TV.



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