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Crise: Quatro municípios terão economia atingida com as 1.200 demissões da Renata Mello

Fábrica calçadista colocou em aviso prévio, seus colaboradores nas plantas de Itarantim, Potiraguá, Maiquinique e Macarani.

A notícia de que a Renata Mello Calçados, havia anunciado a demissão em massa de todos os seus funcionários da unidade fabril de Itarantim, caiu como uma bomba no início da tarde desta terça-feira na região ao ser publicada no Blog do Eddy em primeira mão. Mas, não demorou aconteceu o pior que se passou na cabeça de todos que leram a matéria ou dela tomaram conhecimento: logo em seguida veio a informação de que a medida atingiria também Potiraguá, Maiquinique e por último Macarani.



A empresa alegando desabastecimento e queda de vendas no mercado concedeu aviso prévio aos funcionários com a velha promessa de que, se até o final do cumprimento do aviso as coisas melhorarem os avisos serão cancelados ou futuramente todos serão recontratados. Não é preciso dizer que, são esperanças remotas e que a maioria dos despedidos não acredita num futuro próximo de uma volta ao trabalho.

Itarantim: Calçadista Renata Mello coloca centenas de funcionários ...

Na verdade, em se tratando de Macarani até hoje desde que finalmente começou a funcionar com um ano de atraso do cronograma inicial, a Renata Melo nunca chegou nem perto daquilo que foi prometido e anunciado em palanques políticos e inúmeras entrevistas do prefeito e seus assessores ou dos próprios diretores da fábrica de que seriam gerados 600 empregos diretos. Houve uma declaração exacerbada de um deputado estadual de Conquista, de que poderiam ser gerados até 2500 empregos diretos e indiretos.

Muito longe desta realidade, a fábrica que completou dois anos de funcionamento no último mês de janeiro não conseguiu até hoje chegar a duzentos funcionários contratados. Mas com os poucos funcionários aqui em Macarani e um pouco mais nas demais unidades, a apreensão é muito grande porque não deixa de ser um impacto profundo na já combalida economia regional. E o comércio varejista é mais uma vez quem vai pagar a conta, porque ficará sem a injeção de dinheiro no mercado e com a recessão do coronavírus a situação em alguns casos ficará insustentável, e muitos fecharão as portas caso medidas emergenciais de recuperação da economia não sejam adotadas. // Revista Geral Bahia.

Itarantim: Calçadista Renata Mello coloca centenas de funcionários ...



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