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Artigo: A vida imita a arte, ou a arte imita a vida?

A sétima arte, na maior parte do tempo, é capaz de romper as barreiras entre a realidade e o fictício.

Não é de hoje que o cinema tem o poder de nos causar as mais diversas sensações. Os filmes nos motiva a realizar sonhos e conquistas, nos faz refletir sobre tudo, rir, chorar, ficar apavorado, ou até mesmo, o desejo de se alcançar um “felizes para sempre”.

Existem situações em nossas vidas que nos fazem pôr em “Xeque” nosso otimismo, ocasiões que nos deixam extremamente desmotivados e quando isso acontece, nada mais útil que um bom filmes para poder nos desconectar da vida real, ou até mesmo um que consiga nos motivar, a ir além, a nos superarmos e que nos passe uma mensagem positiva.

A sétima arte, na maior parte do tempo, é capaz de romper as barreiras entre a realidade e o fictício. Em alguma determinada etapa da sua vida, você já assistiu um filme, ou vários, do qual pensou: “essa é a minha história”, “eu preciso fazer isso”, “ah como eu queria ser assim”.  Isso ocorre, pois os roteiros são escritos para chamar a atenção do espectador, algo que lhe faça se colocar na trama que está acontecendo, e quanto mais um filme consiga a imersão de quem tá assistindo em sua história, mais ele vai ser aclamado pelo público.

Há alguns Oscars (anos) atrás, as histórias cotidianas eram um prato cheio para os roteiros de grande sucesso do cinema, assim como os filmes baseados em fatos reais, filmes que trazem a superação de seus protagonistas conseguindo vencer adversidades trazidas pela vida. Filmes que tratam de temas que servem para motivar a quem está assistindo, que geralmente retratam, por algum motivo, algo que você viva, viveu ou viverá.

Você nunca assistiu um filme que te causou isso? Sério? Então você pode começar agora. Na internet existem várias listas com os títulos mais diversificados e motivacionais possíveis. Filmes como os aclamados “A procura da felicidade”, “As aventuras de Pi”, “Os intocáveis”, entre outros. Aproveitem a quarentena para maratonar esses e muito mais!

Os filmes costumam mexer com nossos sonhos, em algumas vezes nós passa uma mensagem que nos faz acreditar ainda mais neles. Quem não lembra de “Jamaica Abaixo de Zero”? Bom, o filme trata de um atleta jamaicano que sonha em competir nos Jogos de INVERNO. Ele consegue mesmo não possuindo condições financeiras, muito menos climáticas para alcançar esse sonho. A mensagem trazida é que nunca devemos desacreditar nos nossos sonhos.

Uma dica do nosso site é “A Teoria de Tudo”, filme que conta a história de superação do astrofísico Stephen Hawking e de como ele conseguiu alcançar importantes descobertas sobre o tempo, ao passo que lutava contra uma doença degenerativa com apenas 21 anos. O Filme nos mostra que nossas limitações não podem ser maior que os nossos desejos.

Acontece, que os filmes que por muitos anos imitaram a vida, começaram a trazer artifícios e situações que antes eram apenas fictícias para a realidade. O quão louco era, ao assistir “De Volta Para o Futuro”, imaginar em nossas vidas carros voadores, telefones que não precisavam estar conectados a fios, o desejo em possuir óculos de realidade virtual e skates que flutuavam. Ou o grande sucesso de “Star Wars” que seu primeiro longa foi lançado há mais de 40 anos, com suas batalhas interplanetárias, suas naves e robôs,  que influenciam até hoje as modernidades e invenções.

Para os menos familiarizados, alguns filmes são responsáveis pelas primeiras aparições de muitas das invenções da atualidade, maioria delas tidas como utilitários como nos casos das videoconferências, videogames que captam movimentos, smartphones que trazem todo tipo de serviço na palma da mão, relógios com mil funções, tablets, cinema em 3D.

Ocorre, que através da visão, outrora lunática e irreverente, de grandes roteiristas e diretores futuristas que hoje os grandes laboratórios tecnológicos buscam criar invenções que sirvam principalmente para auxiliar os seres humanos em casos de extrema necessidade. Há alguns anos atrás passou-se a desenvolver exoesqueletos robóticos dignos de “Robocop”, capazes de simular uma caminhada natural e que são aprimorados e testados para ajudar as pessoas que por algum motivo se viram incapacitados para andar.

Também vindo do cinema, filmes do “James Bond” para ser mais exato, e que atualmente ninguém se espanta ao ouvir sobre. Quem não lembra dos carros guiados pelo famoso agente secreto, seus Aston Martins eram sempre recheados de acessórios, armas e peças. Em 1964, em “007 Contra Goldfinger”, o carro do protagonista apresentava um dispositivo no painel (GPS), que possuía um mapa que ajudava o agente secreto com a sua localização. Algo à época, que nem se pensava fora das telinhas, até porque os satélites para o funcionamento de um GPS só começaram aproximadamente uma ano após a estreia do filme

Portanto, a vida imitando a arte, ou a arte imitando a vida, de um forma ou outra, sempre vão nos ajudar a descobrir um caminho a ser seguido, seja para superar limitações, seja para motivar a alcançar o sucesso, para nos inspirar novas invenções, seja para simplesmente nos alegrar, ou seja, os filmes sempre vão nos trazer um forma nova de enxergar a vida.





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