Segundo a representação oferecida pelo PMDB, Jaques Wagner se utilizou da posição de governador e mantém em seu microblog notícias sobre programas e obras da gestão, além de divulgar notícias de sua candidatura à reeleição. De acordo com a denúncia, o twitter seria atualizado por funcionários da Assessoria Geral de Comunicação Social do Governo da Bahia (Agecom).
O governador manifestou-se pela improcedência do pedido e negou que tenha praticado propaganda eleitoral antecipada. No entanto, segundo a sentença do procurador regional, Sidney Madruga, o governador Jaques Wagner, 'notório pré-candidato à reeleição, agiu de forma deliberada no sentido de associar as ações políticas do Governo ao seu nome e à sua imagem, com nítidos objetivos eleitorais, sempre buscando realçar os seus atributos como administrador'. De acordo com a lei, a propaganda eleitoral só é permitida após o dia 5 de julho do ano da eleição.
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