Em Ibotirama, cidade de origem do menino (a 648 km da capital), o juiz local, Antônio Marcos Tomás Martins, decretou a prisão preventiva do ex-padrasto da vítima, Roberto Carlos Magalhães Lopes, 30, que confessou ter enfiado as agulhas no menino, e de Angelina Capistana Ribeiro, acusada por Lopes de cumplicidade, mas que negou qualquer envolvimento.
M.A.S. encontra-se em estado delicado, conforme os médicos que o monitoram. Segundo o cirurgião pediátrico Bráulio Xavier Neto, que coordenou a equipe responsável pela operação, foram retiradas 14 peças do corpo do menino, entre agulhas inteiras e fragmentos. A maior parte delas estava alojada na região abdominal, atingindo o fígado e o intestino delgado.
Também foram retiradas agulhas da bexiga e das costas. Pelo menos outras 13 ainda estão espalhadas dentro do menino – inclusive duas presas na região do pescoço. “Há uma bem no canal medular. Teremos de avaliar os riscos de uma operação para retirá-la”, ponderou Francisco Reis, diretor-geral do hospital. Uma agulha fincada no púbis não será extraída. Conforme Reis, a presença dela não afetará a saúde de M.A.S.
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