Prepara seu bolso: Gás de cozinha está cerca de 10% mais caro a partir desta segunda-feira, 1º de junho, na Bahia

Consumidores baianos começam o mês de junho enfrentando um aumento expressivo no botijão de 13 quilos, que acumula alta expressiva desde o fim do ano passado.

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O início do mês de junho trouxe uma notícia indigesta para o orçamento das famílias baianas. A partir desta segunda-feira, o preço do gás de cozinha sofreu um expressivo reajuste de 9,59% em todo o estado. O reajuste foi determinado pela Acelen, concessionária que administra a Refinaria de Mataripe, e o reflexo nas distribuidoras e pontos de venda foi imediato, pesando diretamente no bolso do consumidor final. De acordo com o Sindicato das Revendedoras de Gás de Cozinha, a estimativa é que o acréscimo varie entre R$ 8 e R$ 10 por botijão. O diretor da entidade, Robério Souza, ressaltou que esse impacto será sentido sem trégua pela população, já que o repasse do percentual pelas distribuidoras costuma ser instantâneo. Antes desta nova atualização tarifária, o produto era comercializado em Salvador e nos municípios da Região Metropolitana por uma média de R$ 145. Agora, com a nova realidade do mercado, os motoristas de entrega e os depósitos devem praticar valores que oscilam entre R$ 155 e R$ 158, a depender da região geográfica e da logística de cada estabelecimento.

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Esse novo cenário acentua uma pressão inflacionária que já vinha castigando o trabalhador nos últimos meses. Segundo os dados levantados pela entidade sindical, o preço do insumo doméstico acumula uma escalada acentuada recentemente. A estimativa atual aponta que o botijão de gás comercializado na Bahia está cerca de 30% mais caro do que o valor registrado em dezembro de 2025.

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Insatisfação e preocupação

A disparada nos preços tem gerado forte insatisfação popular e preocupação no comércio local. Conforme apurado pelo Blog do Marcelo, muitos revendedores independentes de bairros periféricos temem uma queda abrupta nas vendas ou a necessidade de renegociar prazos com os clientes fiéis para evitar a inadimplência, já que o gás de cozinha é um item essencial e de primeira necessidade que não pode simplesmente ser cortado do orçamento doméstico.

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