Um decreto assinado pelo prefeito Guilherme Menezes, dia 4 de janeiro, declarou situação de emergência pelo prazo de 90 dias. A seca age com maior voracidade em seis dos 11 distritos do município, dizimando as lavouras de feijão e milho, cujo plantio ocorreu em outubro de 2009, e deixando sem água rebanhos de bovinos e caprinos. Os gastos no combate à seca, segundo a Defesa Civil, exigem aporte de R$ 300 mil mensais.
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