Uma tragédia abalou a comunidade acadêmica e os frequentadores de uma academia localizada no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (20). Dayane de Jesus Barbosa, de 22 anos, estudante de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), faleceu após sofrer um mal súbito enquanto realizava exercícios físicos no estabelecimento. As imagens capturadas pelas câmeras de segurança mostram o momento exato em que a jovem passa mal ao sentar-se em uma máquina para iniciar um treino.
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De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, a academia não possuía um desfibrilador, equipamento obrigatório por lei em estabelecimentos deste tipo. O dispositivo, que emite choques elétricos controlados para reanimação cardíaca, poderia ter sido crucial para salvar a vida de Dayane. Após o incidente, alunos tentaram prestar os primeiros socorros até a chegada de médicos, mas, infelizmente, ela não resistiu e veio a óbito ainda no local. Assista:
https://twitter.com/Leandro_SanRib/status/1925562495416090757
Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, o estabelecimento foi imediatamente interditado para investigação após o ocorrido. A falta do desfibrilador é considerada uma infração grave, pois a legislação brasileira determina que academias estejam equipadas com dispositivos de emergência para garantir a segurança dos frequentadores. A Polícia Civil deve analisar se houve negligência por parte dos responsáveis pelo espaço e quais medidas serão tomadas.
A morte precoce de Dayane deixou amigos, colegas e professores da UFRJ consternados. Em nota oficial publicada nas redes sociais, o Instituto de Relações Internacionais da universidade lamentou profundamente a perda da jovem, destacando sua dedicação aos estudos e seu carisma. “Dayane era uma pessoa especial, sempre disposta a colaborar e aprender. Sua ausência deixa um vazio irreparável em nossa comunidade”, diz trecho da mensagem. O caso reacende o debate sobre a importância do cumprimento de normas de segurança em academias e outros espaços públicos. Para especialistas, a presença de equipamentos como desfibriladores e profissionais capacitados para atuar em situações de emergência pode ser a diferença entre a vida e a morte em casos de mal súbito. Enquanto as investigações avançam, familiares e amigos prestam homenagens à jovem, cuja trajetória promissora foi interrompida de forma trágica. Resta agora aguardar os desdobramentos das autoridades para que episódios como esse não voltem a acontecer.
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