Violência: Marido mata esposa horas após a festa do próprio casamento. Suspeito foi preso em flagrante

Crime teria sido motivado por uma discussão que escalou rapidamente após a festa. Nájylla, que era mãe de três filhos frutos de um relacionamento anterior, não teve chances de defesa.

O que deveria ser o início de uma vida a dois transformou-se em uma cena de horror no último final de semana em Campinas, no interior paulista. Uma mulher de 34 anos, identificada como Nájylla Duenas Nascimento, foi assassinada a tiros pelo próprio marido apenas algumas horas após a celebração do casamento civil. O crime, que chocou a comunidade local pela brutalidade e pelo contexto, ocorreu no Jardim Continental, logo após o casal retornar da cerimônia que oficializou a união. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência e, ao chegar no local, encontrou a vítima já sem vida. O autor dos disparos foi preso em flagrante pelas autoridades. De acordo com as investigações preliminares, o crime teria sido motivado por uma discussão que escalou rapidamente após a festa. Nájylla, que era mãe de três filhos frutos de um relacionamento anterior, não teve chances de defesa diante da agressividade do companheiro.

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O clima de celebração que envolvia a família e amigos foi substituído por luto e indignação. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, testemunhas relataram que o comportamento do agressor mudou drasticamente após o evento, revelando uma face violenta que culminou no desfecho fatal dentro da residência do casal. O suspeito foi encaminhado à cadeia pública do 2º Distrito Policial de Campinas e responderá por feminicídio, crime hediondo que prevê penas severas no Código Penal Brasileiro.

Investigação

O caso segue sob investigação da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas, que busca esclarecer se já existiam registros anteriores de violência doméstica entre o casal. A perícia técnica esteve no imóvel para coletar provas e a arma utilizada no crime foi apreendida para análise. Enquanto a justiça processa o flagrante, a tragédia reacende o debate sobre a segurança das mulheres e a necessidade de políticas públicas mais eficazes para prevenir crimes de gênero que ocorrem, muitas vezes, em ambientes privados e ciclos de abuso invisíveis.

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