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Daniel Castro: Classe C rejeita “Guerra dos Sexos” e vê agressão no lugar de comédia

R7

Parte dos telespectadores das classes C e D está tendo dificuldade para entender o humor proposto por Guerra dos Sexos, a novela das sete da Globo. Essa parcela da audiência não decodifica a comédia, não vê graça nos personagens cômicos e cobra deles uma atitude realista e coerente, como se fossem melodramáticos.

“Essas pessoas não acham divertido ver o Edson Celulari fazendo um homem atrapalhado; preferem vê-lo como galã. Não entendem o Tony Ramos brigando com a Irene Ravache como comédia; vêem como agressão”, revela o autor Silvio de Abreu. Esse é o resultado mais relevante da pesquisa feita pela Globo com grupos de telespectadores para avaliar a aceitação de Guerra dos Sexos. A novela, paradoxalmente, foi um grande sucesso em 1983.

A rejeição de parcela das classes C e D explica, em parte, a audiência baixa (para os padrões da Globo) de Guerra dos Sexos, atualmente na casa dos 22 pontos. A emissora espera 30 pontos no horário. O comportamento da classe C é determinante para os rumos da programação da TV brasileira, mas Silvio de Abreu não pretende fazer grandes alterações na trama. Primeiro, porque as classes A e B estão muito felizes com o remake. Alterações drásticas poderiam afastar esse público.

Edson Celulari e Glória Pires: público mais pobre prefere o ator como galã, não como comediante
“Sem levar em conta os feriados prolongados e o horário político, que adiantou a novela, não há porquê fazer grandes mudanças. A própria estrutura original da novela vai se encarregar de buscar os oito pontos que faltam para a audiência ideal”, afirma Abreu. “A partir do capítulo 49, que foi ao ar ontem [anteontem, segunda-feira], como no original de 1983, os triângulos amorosos tomam a frente da narrativa, sem prejudicar as tramas cômicas. Mas isso não quer dizer que as tramas serão desenvolvidas como no original. Como já disse, tenho mudado muita coisa na novela e vou continuar assim”, adianta o autor. Abreu aposta nas tramas românticas (e mais melodramáticas) como arma para atrair o público arredio.

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