Auto Esporte
Terceira geração do monovolume ganha mais espaço interno. Motor 1.5 de 116 cv foi mantido, mas abandonou ‘tanquinho’. Preços partem de R$ 49,9 mil.
Principal lançamento da Honda neste ano, a 3ª geração do Fit teve nesta sexta-feira (4) suas primeiras informações e imagens reveladas pela Honda, que promete lançar o modelo até o fim do mês. Com o mesmo motor, mas câmbio CVT e mais espaço interno, o Fit manteve o preço na versão de entrada.
O novo Fit chega ao mercado brasileiro pouco tempo depois de ser apresentado no Japão, em julho passado (em janeiro foi a vez do mercado norte-americano). A chegada do Fit ao país marca o início de uma reformulação mais ampla na gama da Honda: a nova geração do City e o Civic reestilizado chegam no segundo semestre, enquanto Civic Si e SUV Vezel, futuro concorrente do Ford EcoSport, estarão no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.
A principal mudança está no visual, com faróis mais horizontalizados e lanternas verticalizadas, além de um forte vinco nas laterais – linhas que definem a atual identidade estética da marca. Segundo a Honda, a frente traz o conceito “Solid Wing Face”. Veja todos os preços do Fit:
- DX manual: R$ 49,9 mil
- DX com câmbio CVT: R$ 54,5 mil
- LX manual: R$ 54,2 mil
- LX com câmbio CVT: R$ 58,8 mil
- EX (só com câmbio CVT): R$ 62,9 mil
- EXL (só com câmbio CVT): R$ 65,9 mil
Motor 1.5 mantido
O motor 1.5 16V iVTec foi mantido – 116 cavalos de potência a 6.000 rpm e torque de 15,3 kgf.m a 4.800 rpm –, mas na linha 2015 adota a tecnologia Flex One, que abole o subtanque para partidas a frio. Sucesso na primeira geração do Fit, o câmbio CVT volta agora, aposentando a transmissão automática de cinco marchas da 2ª geração. A sigla quer dizer Continuously Variable Transmission. Esse tipo de câmbio oferece relações de marcha continuamente variáveis, ou seja, pode-se dizer que este tipo de transmissão tem marchas infinitas.
Isso é possível porque esta tecnologia não possui engrenagens, exatamente o que a difere de um câmbio automático tradicional. O câmbio CVT possui duas polias de diâmetro variável, unidas por uma correia metálica de alta resistência. Dessa forma, o sistema permite uma aceleração contínua, sem trancos, o que dá a impressão de que o carro nunca troca de marchas. De acordo com a montadora, uma das novidades nesta terceira geração é a presença de um conversor de torque, que promete melhorar o funcionamento em baixas velocidades, garantir respostas mais rápidas e aumentar a economia de combustível.
A montadora diz que há mais espaço na cabine, graças ao conceito “Máximo para o Homem, Mínimo para a Máquina” que, segundo a Honda, “maximiza o espaço disponível para as pessoas e minimiza o espaço necessário para os componentes mecânicos”. O novo Fit herda do anterior o sistema ULT (Utility Long Tall) de configuração dos bancos, mas o transforma em ULTRa-Seat, que se traduz como capacidade de reclinar totalmente o assento do motorista e do passageiro. Toda a cabine também foi redesenhada, apresentando novos painel de instrumentos, sistema de som com tela de LCD de 5 polegadas (apenas para as versões mais caras, EX e EXL) e bancos. O novo Fit será vendido nas cores sólidas branca e vermelha, em preto perolizado, nas metálicas cinza e prata e nas novas azul e cinza barium, também metálicas.














@vitoriadaconquistanoticias
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