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Atenção: Choveu em média 30mm em menos de uma hora nesta tarde em Vitória da Conquista, diz Cemaden

A média de precipitação no município foi de 29,20 mm. Os dados foram atualizados às 14h de hoje. A Defesa Civil segue monitorando as condições climáticas.

A Defesa Civil de Vitória da Conquista divulgou, nesta quinta-feira (5), o boletim atualizado com os volumes de chuva registrados em diferentes pontos do município. Os dados são baseados nos pluviômetros monitorados pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). De acordo com o levantamento, o maior volume de precipitação foi registrado no bairro Lomanto Júnior, com 40 mm. Na sequência, os bairros Recreio e Centro apresentaram acumulados de 35 mm e 34 mm, respectivamente. No bairro Patagônia, o volume registrado foi de 23 mm, enquanto o Bruno Bacelar contabilizou 14 mm.

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A média de precipitação no município foi de 29,20 mm. Os dados foram atualizados às 14h de hoje. A Defesa Civil segue monitorando as condições climáticas e reforça a importância de a população acompanhar os comunicados oficiais. Em caso de necessidade, o órgão pode ser acionado pelos canais oficiais do município.

Cenários de caos

O cenário de transtornos urbanos se repetiu na capital do Sudoeste baiano no início da tarde desta terça-feira. Um temporal de forte intensidade atingiu a cidade, despejando um grande volume de água em um curto intervalo de tempo, o que foi suficiente para colapsar a drenagem em diversos pontos e deixar ruas completamente intransitáveis.

A força da água trouxe riscos reais para a população. Em um dos momentos mais tensos registrados durante a tempestade, um vídeo amador, enviado por uma leitora, flagrou a violência da enxurrada na região central. As imagens mostram um carro, que estava estacionado na Rua Ascendino Melo, sendo levantado e arrastado pela correnteza, evidenciando o perigo para quem transitava pelo local. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, apesar da gravidade das imagens e dos danos materiais, não houve, até o fechamento desta reportagem, registros oficiais de feridos.

O impacto na mobilidade urbana foi imediato e severo. O excesso de água acumulada sobre o asfalto obrigou condutores a reduzirem a velocidade ou pararem seus veículos, gerando longas filas e congestionamentos quilométricos justamente no horário de pico. A situação gerou uma onda de reclamações por parte de trabalhadores e estudantes que tentavam se deslocar pela cidade e ficaram retidos nos bloqueios causados pela chuva. Equipes de agentes de trânsito foram prontamente acionadas e estão nas ruas para tentar organizar o fluxo e sinalizar os pontos de alagamento mais críticos. As autoridades reforçam a orientação de segurança: a população deve evitar transitar por áreas alagadas, onde há risco de bueiros abertos ou correntezas fortes, e os motoristas devem redobrar a atenção, buscando rotas alternativas longe das baixadas. Seguimos acompanhando os desdobramentos do clima na cidade. Novas informações poderão ser atualizadas a qualquer momento.



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