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Bahia: Relatório do Congresso dos EUA aponta que China mantém “base militar secreta” em Salvador

Oficialmente, o complexo atua no processamento de informações de satélites voltados para o mapeamento da Terra. No entanto, autoridades tem outra hipótese.

A disputa por influência global entre Washington e Pequim acaba de ganhar um capítulo com ramificações diretas no Brasil. Um novo documento elaborado por um comitê do Congresso dos Estados Unidos aponta o risco de que infraestruturas tecnológicas espalhadas pela América Latina estejam funcionando como bases militares chinesas veladas. O principal alvo das suspeitas em território nacional é uma instalação sediada em Salvador, na Bahia. Batizado de “Atraindo a América Latina para a Órbita da China”, o dossiê detalha a estratégia multifacetada da nação asiática para consolidar seu poder na região. O texto cita o Brasil dezenas de vezes e foca especificamente na “Tucano Ground Station”. A estrutura, localizada na capital baiana, é fruto de uma aliança entre a empresa brasileira do ramo aeroespacial Ayla Space e a gigante chinesa Beijing Tianlian Space Technology Co. Ltd.

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Oficialmente, o complexo atua no processamento de informações de satélites voltados para o mapeamento da Terra. No entanto, autoridades estadunidenses levantam a hipótese de um “uso duplo” da tecnologia. Na visão dos parlamentares norte-americanos, os mesmos equipamentos civis teriam plena capacidade de operar em missões estratégicas e de defesa.

Além do polo na capital, o radar de Washington mira outras cooperações científicas. Inclusive, segundo apurado pelo Blog do Marcelo, o comitê também manifestou profunda preocupação com um laboratório de radioastronomia erguido em parceria sino-brasileira na Serra do Urubu. O local, dedicado à observação do espaço profundo, possui fortes ligações com o complexo industrial de defesa chinês, o que poderia transformá-lo em uma ferramenta para rastreamento tático e inteligência de guerra.

Estratégia além do espaço

O alerta do Legislativo dos EUA não se restringe aos céus. A expansão chinesa por meio do financiamento maciço de portos, rodovias e malhas elétricas em diversos países caribenhos e sul-americanos é descrita como uma jogada geopolítica de longo prazo. A transformação da China no principal parceiro comercial de potências locais, como Brasil e Chile, é vista como um risco iminente de criação de dependência econômica, o que deixaria essas nações politicamente vulneráveis aos interesses asiáticos. Apesar da gravidade das insinuações que buscam redesenhar a visão sobre a diplomacia e a segurança no continente americano, o documento norte-americano não apresentou, até o momento, provas definitivas que atestem o uso bélico ou de espionagem ativa nas bases aeroespaciais instaladas em Salvador ou no interior baiano.



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