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Eleições 2026: De olho no eleitorado nordestino, Flávio Bolsonaro cogita Bruno Reis para vice na chapa, diz O Globo

Movimentações de bastidores indicam que o prefeito de Salvador e a deputada federal Roberta Roma estão no radar da família Bolsonaro para a disputa do Palácio do Planalto.

O cenário político nacional começa a desenhar suas primeiras estratégias visando a sucessão presidencial de 2026, com o senador Flávio Bolsonaro assumindo um papel central na prospecção de nomes capazes de fortalecer a direita no Nordeste. De acordo com informações que circulam nos bastidores da capital federal, reveladas pelo jornal O Globo e que ganharam repercussão em veículos de imprensa nacional, o parlamentar tem avaliado cuidadosamente o perfil do atual prefeito de Salvador, Bruno Reis, e da deputada federal Roberta Roma como possíveis candidatos ao posto de vice-presidente em uma eventual chapa encabeçada pelo clã Bolsonaro ou por um aliado próximo.

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A escolha da Bahia como um ponto focal para essa composição não é por acaso, uma vez que o estado representa o maior colégio eleitoral da região e um reduto histórico de oposição ao bolsonarismo, onde o grupo político do ex-presidente busca reduzir a resistência e ampliar o diálogo com o eleitorado moderado. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a aproximação com figuras do União Brasil e do PL baiano reflete uma tentativa de construir uma base mais sólida e diversificada, unindo o capital político de gestores bem avaliados à força da militância conservadora.

Bruno Reis, que consolidou sua liderança na capital baiana com uma gestão focada em infraestrutura e popularidade crescente, surge como um nome de peso devido à sua capacidade de articulação política e trânsito em diferentes setores da sociedade. Por outro lado, Roberta Roma representa a fidelidade ao projeto bolsonarista e a força feminina dentro do PL, tendo demonstrado um desempenho expressivo em votações anteriores. Embora as conversas ainda estejam em estágio inicial e dependam de uma série de acordos partidários, o movimento sinaliza que a oposição federal pretende nacionalizar o debate a partir de lideranças regionais estratégicas.



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