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Região: Beneficiário da “saidinha de Páscoa”, Marlúcio ‘Maguila’ foi executado a tiros na noite deste sábado

Moradores da localidade, assustados com o barulho dos tiros, acionaram prontamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O final da tarde deste sábado (4) em Guanambi foi marcado por um episódio de violência letal no Residencial dos Pássaros. Marlúcio Lima de Souza, de 43 anos, conhecido popularmente pelo apelido de “Maguila”, foi executado em via pública por volta das 17h10. O crime chama a atenção das autoridades pelo curto intervalo de tempo em que a vítima gozava de liberdade, uma vez que ele havia deixado o sistema prisional há apenas dois dias, contemplado pelo benefício da saída temporária. Marlúcio caminhava pela Rua E quando foi surpreendido por dois homens que se aproximavam em uma motocicleta. De forma repentina, um dos ocupantes do veículo desceu e efetuou diversos disparos à queima-roupa contra a vítima. A perícia técnica recolheu no local cápsulas de munição calibre 9mm, indicando o poder de fogo utilizado na ação. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a rapidez do ataque impediu qualquer tentativa de defesa ou fuga por parte do alvo dos atiradores.

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Moradores da localidade, assustados com o barulho dos tiros, acionaram prontamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, quando os socorristas chegaram ao endereço citado, Marlúcio já não apresentava sinais vitais, restando à equipe apenas a confirmação do óbito. Policiais militares foram mobilizados para isolar a área e garantir a integridade da cena do crime até a conclusão dos trabalhos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que encaminhou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) do município.

A ficha criminal de “Maguila” era extensa e incluía passagens por crimes graves, como homicídio, o que levanta a hipótese de um acerto de contas, embora a Polícia Civil ainda trate a motivação como desconhecida. Até o fechamento desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso ou identificado pela autoria do homicídio. As investigações agora se concentram na coleta de depoimentos e na busca por possíveis câmeras de segurança que possam ter registrado a rota de fuga dos criminosos após a execução.



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