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Polícia investiga ataque fatal de pitbull à tutora de 49 anos. Vizinhos questionam “ausência de sangue” no animal

Bombeiros encontraram o animal em estado de extrema agitação, bloqueando o acesso ao banheiro onde o corpo da mulher estava caído. O cão precisou ser sacrificado.

A Polícia Civil do Maranhão deu um novo rumo às investigações sobre a trágica morte de Maria José Mariano, de 49 anos, ocorrida na zona rural de Bacabal. O que inicialmente foi reportado como um ataque fatal de um cachorro da raça pitbull agora é alvo de suspeitas que não descartam a possibilidade de um crime de feminicídio. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira, no povoado Cordeiro, e mobilizou as forças de segurança locais após o marido da vítima acionar o socorro. De acordo com o depoimento do cônjuge, a agressão teria ocorrido de forma súbita enquanto Maria José dava banho no animal. Ele relatou aos policiais que, diante da fúria do cão, precisou se trancar em um dos cômodos da residência para se proteger. Quando as equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros chegaram ao imóvel, encontraram o animal em estado de extrema agitação, bloqueando o acesso ao banheiro onde o corpo da mulher estava caído com ferimentos graves. Após tentativas frustradas de contenção, os agentes sacrificaram o pitbull a tiros para permitir a entrada na casa.

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Um ponto crucial, no entanto, gerou estranheza entre os investigadores logo nos primeiros levantamentos realizados na cena. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, o cachorro não apresentava manchas de sangue visíveis em seu pelo ou boca, detalhe que contrasta com a gravidade das lesões encontradas na vítima e com a dinâmica esperada em um ataque dessa natureza. Essa inconsistência visual colocou a versão do marido sob análise minuciosa das autoridades.

A Delegacia Regional de Bacabal instaurou um inquérito para apurar todas as circunstâncias do ocorrido. Embora vizinhos tenham relatado que o casal já havia sido alertado sobre o comportamento agressivo prévio do animal, a ausência de vestígios biológicos no cão elevou o nível de cautela da perícia. O laudo do Instituto de Criminalística será fundamental para determinar se as marcas no corpo de Maria José são compatíveis com mordeduras caninas ou se foram causadas por outro tipo de instrumento, definindo se o episódio foi uma fatalidade doméstica ou um homicídio mascarado.



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