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Vereador Hermínio denuncia abuso no preço da gasolina e aponta suspeitas de fraudes em Vitória da Conquista

Hermínio destacou parceria com o Inmetro, a fim de desencadear uma série de blitz de fiscalização nos postos de combustíveis da cidade.

Na sessão da CMVC desta quarta-feira (9), o vereador Hermínio Oliveira (PP) voltou a chamar atenção para o elevado preço da gasolina em Vitória da Conquista e não poupou críticas ao setor de combustíveis na cidade. Segundo ele, além de praticarem valores entre os mais altos da Bahia, há indícios preocupantes de irregularidades que podem estar lesando os consumidores.

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Hermínio comparou os preços locais com os de outras regiões do estado e levantou dúvidas sobre a justificativa para tamanha disparidade. “Estão comprando combustível no oleoduto de Jequié, que fica aqui do lado, e mesmo assim vendem gasolina em Conquista a valores que estão entre os mais altos do país. Não faz sentido”, afirmou. Para o vereador, a lógica de mercado não explica a situação atual.

Além do valor elevado, Hermínio destacou a variação instável dos preços nos postos. Ele citou que, em questão de dias, os valores oscilaram de R$ 6,75 para R$ 6,59 e depois para R$ 6,53. “Enquanto isso, em Salvador, o litro custa entre R$ 5,95 e R$ 6,10. Algo precisa ser feito”, disse. Diante do cenário, o parlamentar anunciou que irá somar forças com a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal para investigar as possíveis irregularidades. Uma reunião está sendo articulada com o presidente do Inmetro, Elias Dourado, com o objetivo de desencadear uma blitz de fiscalização nos postos de combustíveis da cidade.

Hermínio também levantou denúncias de venda de gasolina adulterada e de fraudes na quantidade abastecida. “Há casos em que o consumidor paga por 20 litros e recebe bem menos. Isso é crime”, alertou. Ele destacou que, embora o Legislativo não tenha poder para regular preços, os órgãos competentes precisam atuar com rigor. “É hora do Ministério Público, da Polícia Federal e da Polícia Civil entrarem em campo. O consumidor não pode continuar sendo enganado”, concluiu.



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