Presidente da Venezuela Nicolás Maduro está preso em solo americano e será julgado como “chefe de cartel”
A ofensiva, descrita por especialistas em segurança como cirúrgica e de velocidade impressionante, foi executada pela Força Delta do Exército dos EUA com suporte de inteligência da CIA.

A Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, adotou um tom severo neste sábado (3) ao comentar a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Em pronunciamento oficial, Bondi assegurou que o líder chavista enfrentará, muito em breve, “toda a fúria” do sistema judicial norte-americano, reservada à “chefes de cartéis”. A declaração ocorre horas após o presidente Donald Trump confirmar o êxito de uma complexa operação militar em solo venezuelano que resultou na detenção de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.
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A ofensiva, descrita por especialistas em segurança como cirúrgica e de velocidade impressionante, foi executada pela Força Delta do Exército dos EUA com suporte de inteligência da CIA. Os agentes cumpriram mandados de prisão pendentes, baseados em acusações formalizadas pelo Distrito Sul de Nova York.

O processo judicial promete ser extenso e rigoroso. Maduro responderá por uma série de crimes de alto potencial ofensivo, incluindo conspiração para narcoterrorismo, importação massiva de cocaína e posse ilegal de armamento pesado, como metralhadoras e dispositivos destrutivos. Vale lembrar que havia uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levassem à sua captura. Ainda sobre os bastidores da extração do líder venezuelano, segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a operação contou com uma logística de retirada imediata do país, garantindo que Maduro fosse transportado diretamente para território norte-americano para aguardar julgamento, sem passar por bases intermediárias que pudessem gerar impasses diplomáticos prolongados.
Repercussão Internacional
A notícia abalou o cenário geopolítico global, gerando reações antagônicas imediatas. Enquanto aliados históricos do chavismo, como Rússia e Cuba, condenaram veementemente a ação — classificando-a como uma agressão à soberania —, outros líderes celebraram o desfecho. O presidente argentino Javier Milei festejou a prisão com a declaração “A liberdade avança”. No Brasil, a situação é tratada com cautela máxima. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Itamaraty para avaliar os impactos da operação na estabilidade regional e definir a postura diplomática brasileira diante da nova realidade em Caracas.











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