Atenção: Saiba as marcas das canetas emagrecedoras que a Anvisa proibiu e mandou recolher nesta quarta-feira
Decisão publicada veta o uso do Tirzepatida (marcas Synedica e TG) e de qualquer lote do Retatrutida. Venda ocorria de forma irregular pela internet.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (21/01), uma resolução rigorosa determinando a apreensão, proibição e inutilização de produtos que vinham ganhando popularidade no mercado paralelo de emagrecimento e tratamentos de saúde. A medida atinge especificamente o Tirzepatida, das marcas Synedica e TG, além de todas as marcas e lotes do produto Retatrutida. A ação da agência reguladora visa coibir um mercado clandestino que coloca a saúde pública em risco. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, os produtos alvo da operação estavam sendo amplamente anunciados e comercializados através de perfis no Instagram, fabricados por empresas desconhecidas e sem qualquer tipo de registro, notificação ou cadastro oficial nos sistemas da Anvisa.
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Com a determinação, torna-se expressamente proibida qualquer atividade envolvendo estes itens: comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação (publicidade) e uso em todo o território nacional.
Risco à saúde
A principal preocupação das autoridades sanitárias reside na origem obscura das substâncias. Por se tratarem de produtos irregulares, não existe nenhuma garantia sobre a segurança, a eficácia ou a qualidade do conteúdo presente nos frascos. A orientação da Anvisa é categórica: os produtos não devem ser utilizados em nenhuma hipótese. A falta de controle de qualidade pode implicar em contaminações, dosagens erradas ou presença de substâncias nocivas ao organismo humano.

O que fazer?
A agência solicita a colaboração da população e dos profissionais de saúde. Caso alguém identifique a venda ou o uso dos produtos das marcas Synedica, TG ou de qualquer versão do Retatrutida, a recomendação é realizar uma denúncia imediata. O contato pode ser feito pelos Canais de Atendimento da própria Anvisa ou diretamente com a Vigilância Sanitária (Visa) local. As informações de contato estão disponíveis para consulta pública no portal oficial da agência.








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