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Anvisa proíbe venda e manda recolher suplemento “Tadala”, que nada tem haver com o remédio tadalafila

Suplemento “Tadala Pro Max” teve comercialização, importação e propaganda vetadas em todo o país devido à falta de registro e origem desconhecida.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o bloqueio total da produção, distribuição, uso e publicidade do produto comercializado sob o nome de “Tadala Pro Max”. A decisão rigorosa, que afeta tanto estabelecimentos físicos quanto o comércio eletrônico, tem como objetivo recolher imediatamente todos os lotes do item, que era amplamente oferecido aos consumidores com a promessa de impulsionar a libido e o desempenho sexual masculino de forma dita “natural”. A medida, documentada por meio da Resolução RE 690/2026 e oficializada no Diário Oficial da União na última segunda-feira (23 de fevereiro de 2026), foi motivada pela absoluta clandestinidade da mercadoria.

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O produto não possui qualquer registro sanitário válido e a identidade da empresa responsável por sua fabricação é um mistério. Esse anonimato impede que as autoridades realizem testes de controle de qualidade, higiene e segurança, colocando em xeque a verdadeira composição das cápsulas.

Vendas online sem fiscalização

O suposto estimulante vinha ganhando tração no ambiente virtual, sendo ofertado livremente em diversas plataformas digitais por valores que variavam entre R$ 79 e R$ 90, segundo apurado pelo Blog do Marcelo. Sem exigir prescrição médica, as campanhas publicitárias seduziam os compradores com falsas garantias de eficácia e segurança, prática considerada infração grave pela legislação brasileira (Lei nº 6.360/1976), que proíbe a atribuição de propriedades terapêuticas a suplementos não comprovados.

O órgão regulador ressalta que o composto banido não tem nenhuma ligação oficial ou legal com os medicamentos regularizados à base de tadalafila — estes sim, aprovados para o tratamento de disfunção erétil e outras condições, mas que exigem acompanhamento médico rigoroso. Especialistas alertam que o consumo de fórmulas de procedência duvidosa pode acarretar desde dores de cabeça, vermelhidão e tonturas, até reações potencialmente fatais. A mistura oculta com certos medicamentos, como os nitratos, pode provocar uma queda brusca e perigosa na pressão arterial.

No mesmo documento, a Anvisa também aproveitou para banir do mercado nacional outros itens irregulares, incluindo canetas emagrecedoras sem chancela oficial e derivados de canabidiol produzidos à margem da lei. A orientação expressa das autoridades para quem já adquiriu o “Tadala Pro Max” é suspender o consumo de imediato, realizar o descarte adequado do frasco e acionar os canais oficiais de denúncia caso identifiquem anúncios ou estoques remanescentes sendo comercializados.



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