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Eleições 2026: “Treze políticos declinaram convite de Jerônimo em compor chapa com ele”, diz ACM Neto

Para o herdeiro político da família Magalhães, existe um nítido processo de erosão na base governista, evidenciado pela dificuldade em consolidar uma chapa para o pleito de reeleição.

O cenário político baiano subiu de temperatura após as recentes declarações do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Em entrevista concedida à rádio CBN Salvador nesta última quinta-feira, o principal expoente do partido União Brasil no estado disparou críticas severas à sustentação política do atual governador, Jerônimo Rodrigues. Para o herdeiro político da família Magalhães, existe um nítido processo de erosão na base governista, evidenciado pela dificuldade em consolidar uma chapa para o pleito de reeleição. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a estratégia de oposição foca no que Neto descreve como uma falta de confiança interna do próprio grupo liderado pelo PT na viabilidade eleitoral de Jerônimo. O ex-prefeito destacou que o atual gestor tem enfrentado uma sucessiva série de recusas ao tentar definir quem ocupará a vaga de vice em sua composição. De acordo com o levantamento apresentado por ACM Neto, pelo menos 13 nomes já teriam sido convidados ou cogitados para o posto, recebendo respostas negativas até mesmo de figuras centrais do legislativo, como a deputada Ivana Bastos, atual presidente da Assembleia Legislativa da Bahia.

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ACM Neto ironizou a postura dos governistas, que frequentemente se apresentam como detentores de uma força política inabalável por possuírem o alinhamento com o governo federal. O político ressaltou que o fato de um governador no exercício do cargo ouvir “não” de aliados ao tentar montar sua chapa é um indicativo de fragilidade administrativa e política. Ele chegou a classificar como inédita a possibilidade, ventilada nos bastidores, de substituição do nome de Jerônimo Rodrigues na cabeça de chapa, o que, em sua visão, ratifica a imagem de um gestor sem marcas próprias e com alta rejeição popular.

Ao elencar os motivos dessa suposta debilidade, o ex-prefeito não poupou ataques aos indicadores sociais do estado. Ele vinculou a falta de prestígio político de Jerônimo aos problemas críticos de segurança pública, mencionando a liderança da Bahia no ranking de homicídios, além de citar as promessas não cumpridas na área da saúde, especificamente sobre a fila da regulação. Neto encerrou sua análise apontando o estado como recordista em desemprego e endividamento por empréstimos, utilizando esses dados para justificar o que chama de isolamento do atual ocupante do Palácio de Ondina.



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