diamantina toyota

SAMUR

pmvc

pel construtora

herrera hair institute

vca construtora

VCA rede axegu

natanael a honra do cla

Operação é encerrada com 349 barracas demolidas e milhares de desempregados na capital baiana

do Correio*

Foram derrubadas estruturas nas regiões da Orla Atlântica e da Baía de Todos os Santos.

Nesta quarta, barraqueiros colocaram fogo em entulhos das barracas da praia da Ribeira

A operação de derrubada das barracas da orla de Salvador foi encerrada às 15h desta quarta-feira (25) com um saldo total de 349 demolições. As barracas nas regiões da Orla Atlântica (Praia do Flamengo e a Barra) e da Baía de Todos os Santos (Canta Galo até São Tomé de Paripe) foram postas ao chão entre segunda e hoje. Uma força-tarefa formada por policiais federais, militares e pela guarda-municipal acompanhou os trabalhos de funcionários da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom).

Durante a tarde desta quarta (25), cerca de 50 barraqueiros fizeram uma manifestação em frente à sede da Prefeitura. Eles aguardam o resultado da reunião do prefeito João Henrique e gestores municipais com representantes do Patrimônio da União e do governo estadual para buscar uma solução social e econômica para os comerciantes. A reunião foi realizada durante a manhã, porém, até o momento, nada foi apresentado.

Segundo informações de Alan Rabellato, presidente da Associação dos Comerciantes de Barracas de Praia, amanhã, eles tentarão falar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o comício do governador da Bahia e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT). “Agora só dependemos do governo. Na semana que vem também vamos fazer um movimento grande aqui na Prefeitura para continuar brigando por uma solução”, diz Alan.

Ipitanga

Ontem, a Justiça suspendeu temporariamente a demolição das barracas de praia de Ipitanga que ficam na área de Salvador. O desembargador Olinto Herculano, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, pediu para receber mais informações da juíza Karen Almeida, responsável pelo caso, e também da prefeitura de Lauro de Freitas, que entrou com uma ação cautelar contra a demolição das barracas.

Ao todo, 63 barracas ficam em Ipitanga, 32 destas em Salvador. A prefeitura de Lauro de Freitas argumenta que mantém estas barracas que ficam em solo soteropolitano e, por isto, elas não deveriam ser demolidas como as demais barracas de Salvador.



Leia também no VCN: