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Mulher de 27 anos foi atacada quando parou em sinaleira na Av. Garibaldi. Familiares dizem que assaltantes se assustaram porque o carro ‘morreu’.
“Quatro horas da tarde. Em plena luz do dia, com uma multidão passando pelo local. Ela estava totalmente exposta. Não é porque é minha filha, se fosse com qualquer outra pessoa. A situação está horrível”, desabafa Adalardo Araújo sobre a violência em Salvador. Ele é pai da advogada de 27 anos, que foi baleada no pescoço durante assalto na Avenida Garibaldi, uma das principais vias de Salvador, no fim da tarde de segunda-feira (25).

A vítima está internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Geral do Estado (HGE). Na noite de segunda, ela fez uma tomografia para confirmar onde a bala ficou alojada. Os médicos aguardam o resultado dos exames para avaliar as partes do cérebro que foram atingidas e só então vai definir se há necessidade de cirurgia.
A advogada chegou ao hospital consciente e contou para os familiares como aconteceu a tentativa de assalto. “Ela parou o carro na sinaleira, os indivíduos chegaram armados e, quando ela viu que eles estavam armados, ela desligou o carro automaticamente, o carro morreu em função do nervosismo dela. Eles pensaram que ela ia ligar o carro de novo e sair e atiraram”, conta o pai.
O crime
Ludmila saiu por volta das 16h de casa, no Barbalho, para ir ao curso preparatório para concursos, no Rio Vermelho. Ao parar seu Fox no sinal vermelho, foi abordada por dois homens armados, que tentavam roubar o veículo. Um dos tiros atingiu a advogada, que foi socorrida por médicos do Samu que passavam no momento. A mãe da jovem, que dava um plantão médico em Senhor do Bonfim, a 390 quilômetros de Salvador, foi informada pelo pai do ocorrido no início da noite.
Com marcas de tiro, o carro da jovem foi periciado e levado para o pátio da Transalvador. O caso está sendo investigado pela 7ª Delegacia, no Rio Vermelho. Ludmila formou-se em Direito pela Faculdade Unyahna, em 2007, e desde então presta concursos públicos.












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