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Tragédia que abalou o Brasil: Maria Eduarda morreu após ser arremessada sem cordas de uma ponte, em “erro absurdo”

Segundos após o lançamento, o desespero tomou conta das testemunhas locais quando perceberam que a jovem caía livremente, sem qualquer amarra.

Uma tarde dedicada aos esportes radicais transformou-se em cenário de horror e investigação criminal na cidade de Limeira, no interior de São Paulo. Três homens foram detidos em flagrante sob a acusação de homicídio com dolo eventual após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de apenas 21 anos, despencar para a morte durante a prática de rope jumping. O caso, que chocou os presentes, acendeu um alerta vermelho sobre a fiscalização e a segurança desse tipo de atividade de alto risco. A fatalidade ocorreu na conhecida Ponte do Esqueleto, onde a empresa Entre Cordas organizava os saltos cobrando o valor de R$ 180 por participante, com uma agenda que já previa ao menos outros cinco eventos nos meses seguintes. Registros em vídeo que circulam pelas redes sociais capturaram o momento exato em que os três funcionários carregam a vítima até a estrutura e a impulsionam para o vazio.

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Segundos após o lançamento, o desespero tomou conta das testemunhas locais quando perceberam que a jovem caía livremente, sem qualquer amarra, culminando em gritos de socorro e no alerta tardio de que a corda de proteção havia permanecido enrolada na plataforma de partida. Na foto abaixo mostra os últimos stories postados por Maria Eduarda, instantes antes da tragédia.

De acordo com as autoridades da Polícia Civil, os profissionais envolvidos afirmaram em depoimento que possuem ampla experiência no setor e que jamais enfrentaram um incidente de tal magnitude. Contudo, nenhum dos interrogados conseguiu apresentar uma justificativa plausível para o erro crasso que permitiu que a jovem fosse arremessada sem os devidos mosquetões e amarras conectados ao sistema principal. Diante da gravidade da negligência, a polícia civil tipificou a prisão como dolo eventual por entender que, ao ignorar os protocolos mais básicos de checagem, os operadores assumiram conscientemente o risco de causar a morte da cliente.

O rope jumping, também popularmente chamado de pêndulo humano devido ao movimento oscilatório que o praticante faz após a retenção da queda, baseia-se em equipamentos dinâmicos similares aos de escalada e exige vistorias minuciosas antes de cada autorização de descida. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, os investigadores agora concentram os esforços na coleta de novos depoimentos de testemunhas presenciais e dependem crucialmente dos laudos da perícia técnica no local para mapear a cadeia de falhas humanas que resultou na tragédia. Até o presente momento, a empresa responsável pelo evento não emitiu nenhuma nota ou posicionamento oficial para esclarecer os fatos à imprensa e aos familiares.



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