pmvc

diamantina toyota

pmvc

camarote arraia da conquista

secom bahia

andrade borre

pel construtora

herrera hair institute

VCA rede axegu

vca construtora

natanael a honra do cla

Familiares de PM preso em jaula bloqueiam a BR-324 em protesto

Correio

O policial está desde o dia 30 de agosto em uma jaula de 3m² no bairro do Calabetão.

Curiosos se reúnem ao lado de estrutura com jaula: "Não querem me ver preso?", diz Jurandir

Os familiares e amigos do policial militar Jurandir Santana de Jesus, 42 anos, condenado pelo homicídio de um empresário em 2003, realizam uma manifestação na manhã desta sexta-feira (9) na BR-324. Segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), os manifestantes estão bloqueando os dois sentidos da pista, na altura do bairro Bom Juá, em Salvador, protestando contra a condenação do PM, que está em uma jaula de 3m² no bairro do Calabetão desde o dia 30 de agosto.

Ainda de acordo com a Transalvador, a manifestação está causando um grande engarrafamento na região, e os motoristas devem buscar vias alternativas de transporte. A família de Jurandir pede um novo julgamento do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O pm foi condenado como um dos executores do empresário Carlos Aníbal Passos Vieira, 56 anos.

Marcus Vinícius Luchtemberg e Olegar Luchtemberg Filho foram condenados como mandantes do crime. Um quarto acusado foi absolvido. Segundo o advogado de defesa de Jurandir, mesmo estando solto, o policial se sente marcado e não tem condições de aproveitar a vida, podendo ser preso a qualquer momento. “Ele é um homem condenado injustamente, as provas estão aí de sobra de que ele é inocente, se trata de notória ilegalidade”, diz Martins.

Atualmente, Jurandir é lotado na 15ª Companhia Independente de Polícia Militar (Itapuã) – ele trabalha na PM há mais de 20 anos e pode continuar a serviço por conta da reversão da perda de função. “Ele está aqui a pão e água. A decisão dele é ou resolver ou sucumbir aqui nessa jaula”, diz o advogado. Não há previsão de quando o recurso da defesa será julgado pelo TJ-BA. O advogado diz que pretende levar o caso até o Supremo Tribunal Federal (STF) se preciso.



Leia também no VCN: