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Investigação: Polícia Técnica de Ilhéus busca arma utilizada para matar as três mulheres em matagal perto da praia

As equipes realizam um varredura sistemática com o auxílio de cães farejadores e drones, buscando objetos como armas, roupas ou qualquer indício de luta ou emboscada.

Peritos do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT) retornaram nesta terça-feira (19) ao local onde foram encontrados os corpos de três mulheres no interior de uma mata em Ilhéus, no sul da Bahia, na tentativa de localizar a arma do crime e outros vestígios que possam ajudar a elucidar o caso. O trabalho, que conta com apoio logístico da Prefeitura Municipal e do efetivo da Polícia Militar, tem como foco uma área de difícil acesso, próxima à Praia dos Milionários, um dos pontos turísticos mais conhecidos da região.

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As vítimas foram identificadas como Alexsandra Oliveira Suzart, de 45 anos, Maria Helena do Nascimento Bastos, de 41, e Mariana Bastos da Silva, de 20 anos — mãe e filha. Elas estavam desaparecidas desde a tarde de sexta-feira (15), quando saíram para um passeio com um cachorro pela orla da praia. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o grupo caminhava pela areia, acompanhado do animal. No dia seguinte, sábado (16), os corpos foram localizados em avançado estado de decomposição, a cerca de 500 metros da orla, em meio à vegetação densa.

Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, as equipes realizam um varredura sistemática com o auxílio de cães farejadores e drones, buscando objetos como armas, roupas ou qualquer indício de luta ou emboscada. Até o início da manhã desta terça-feira, nenhuma prisão havia sido realizada, e a motivação do crime permanece um mistério para as autoridades.

Os familiares das vítimas vivem em estado de choque. O corpo de Maria Helena e de sua filha, Mariana, foi velado em uma igreja evangélica em Aurelino Leal, cidade vizinha, e sepultado no cemitério local no domingo (17), sob forte comoção. Já Alexsandra Oliveira teve seu velório realizado em Ilhéus e foi enterrada em Vitória da Conquista, onde residia parte de sua família. O caso repercutiu fortemente nas redes sociais e mobilizou moradores da região, que cobram celeridade nas investigações. A Polícia Civil segue à frente do inquérito, que ainda não divulgou hipóteses oficiais sobre o que teria motivado o triplo homicídio. Enquanto isso, a presença de peritos no local reforça a expectativa de que novos elementos possam surgir nas próximas horas para desvendar um dos crimes mais brutais registrados na região nos últimos anos.



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