pmvc

camarote arraia da conquista

secom bahia

andrade borre

samur

pmvc

diamantina toyota

pel construtora

herrera hair institute

VCA rede axegu

vca construtora

natanael a honra do cla

Tragédia: Mulher de 25 anos morre atacada pelo próprio pitbull no quintal de casa. “Tratava ele como filho”

Juliana de Oliveira, de 25 anos, deixa uma bebê de oito meses; vizinho tentou intervir com barra de ferro, mas não conseguiu conter a agressividade do animal.

O clima é de profunda consternação e luto no bairro onde vivia Juliana de Oliveira, de 25 anos. A jovem teve a vida interrompida na manhã desta terça-feira (23) após ser brutalmente atacada pelo próprio cachorro, da raça pitbull, no quintal de sua residência. O caso gerou comoção entre amigos e familiares, que descrevem a vítima como uma mãe dedicada e uma tutora amorosa. A dinâmica do incidente revela momentos de terror. Um vizinho, que reside em um imóvel no mesmo terreno, relatou à polícia que foi despertado pelos gritos desesperados da mulher misturados aos rosnados do cão.

Continua após a publicidade:



Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a testemunha agiu rapidamente, armando-se com uma barra de ferro e tentando, por cima do muro, afastar o animal de cima da vítima. No entanto, o homem relatou que suas tentativas foram frustradas “por conta da ferocidade do animal”, que não cessava o ataque.

O drama só foi interrompido com a chegada do marido de Juliana. Ele conseguiu conter o cachorro e levá-lo para o quintal do vizinho, isolando o animal. Infelizmente, o socorro não chegou a tempo de salvar a jovem. De acordo com informações da Polícia Militar, Juliana sofreu lesões gravíssimas nos braços e no abdômen, tendo o óbito constatado ainda no local pela perícia. Dentro da residência, a filha do casal, uma bebê de apenas oito meses, foi encontrada ilesa, conforme confirmou a PM. A Tenente Nicoly Gonçalves informou que o pitbull será recolhido e encaminhado ao Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal de Campinas.

Homenagens e defesa da memória

Enquanto a Polícia Civil investiga o caso, amigos e ex-colegas de trabalho prestam as últimas homenagens e rebatem críticas sobre o tratamento dado ao animal. Uma amiga próxima, que optou pelo anonimato, foi enfática ao dizer que Juliana tratava o cão com extremo carinho. “Ela falava nesse cachorro como se fosse um filho para ela. Ela se preocupava muito justamente por ser pitbull. Estão julgando muito pelo local que ela morava, por ser humilde, mas ela nunca maltratou o cachorro. Muito pelo contrário”, desabafou a amiga, ressaltando o temperamento calmo da vítima.

Juliana, que trabalhava em uma padaria no bairro São Bernardo, é lembrada por sua alegria e dedicação à família. Nas redes sociais, outra colega de trabalho lamentou a perda: “Amiga, que Deus te receba de braços abertos. Eu amei conhecer você […] Nossos momentos juntas naquela padaria foram bons, momentos que nunca vou esquecer”. A prioridade de Juliana nos últimos meses era a maternidade. “Ela era uma pessoa surreal, de verdade. Ela amava a família dela, e a filhinha dela nem se fala. Era uma família linda, e ela sempre procurou cuidar muito bem deles”, finalizou a amiga, destacando o legado de amor deixado pela jovem.



Leia também no VCN: