Pela primeira vez desde julho do ano anterior, a taxa de aprovação do governo federal superou numericamente a rejeição, alcançando 48% frente a 47% de desaprovação.

A nova rodada da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira indica um cenário confortável para o Palácio do Planalto no horizonte da disputa presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desponta na liderança em todas as simulações de segundo turno avaliadas pelo instituto de pesquisas. No principal enfrentamento testado, contra o senador Flávio Bolsonaro, o atual chefe do Executivo soma 45% das intenções de voto, estabelecendo uma vantagem de oito pontos percentuais sobre o parlamentar, que registra 37% da preferência do eleitorado. Esse desempenho favorável ao petista coincide com uma melhora gradual nos índices de avaliação de sua gestão.
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Pela primeira vez desde julho do ano anterior, a taxa de aprovação do governo federal superou numericamente a rejeição, alcançando 48% frente a 47% de desaprovação. A oscilação positiva para o governo ocorre em um momento de turbulências no espectro político da oposição. O levantamento é o primeiro a captar os reflexos do desentendimento público recente entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, o que, segundo apurado pelo Blog do Marcelo, acabou gerando ruídos internos significativos na articulação do Partido Liberal.
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Outros nomes
Além do embate direto com o clã Bolsonaro, a Quaest também colocou à prova outros nomes do campo conservador e de centro-direita contra o atual presidente em uma eventual segunda fase da eleição. Em um confronto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula mantém a dianteira com 45% contra 36% do goiano. Diante do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, o cenário aponta 45% para o petista e 35% para o político do partido Novo. O candidato Renan Santos foi quem apresentou a maior distância em relação ao líder, pontuando 33% na simulação direta. Em todos esses cenários, a estabilidade do voto lulista se manteve intacta em 45%, consolidando o favoritismo governista no atual momento político.









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