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Violência: Presos os três suspeitos de matarem o policial militar Samuel Novais da Silva, de 32 anos

Ação policial resultou na apreensão de armamento pesado e revelou histórico de reincidência criminal dos envolvidos na morte do PM Samuel Novais.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia confirmou a identificação e captura de três homens suspeitos de participação direta na morte do soldado Samuel Novais da Silva, ocorrida durante um patrulhamento na localidade de Manguinhos, no bairro Engenho Velho de Brotas. O militar de 32 anos, que integrava o efetivo da 26ª Companhia Independente de Polícia Militar, foi atingido por um disparo na perna na noite desta quarta-feira e, apesar de ter sido prontamente socorrido e encaminhado ao Hospital Geral do Estado, não resistiu à gravidade do ferimento. A resposta das forças de segurança foi imediata e culminou em um novo embate armado na região. Durante a diligência, dois dos suspeitos foram baleados e também levados ao mesmo hospital onde a vítima faleceu. Conforme as investigações iniciais, o trio possui ligações estreitas com uma facção criminosa que atua na capital baiana. A operação resultou ainda na retirada de circulação de um arsenal composto por uma submetralhadora, uma pistola, um revólver, além de farta munição, carregadores e entorpecentes que estavam em posse dos criminosos.

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Um detalhe que chama a atenção das autoridades é a extensa ficha criminal dos detidos, que acumulam diversas passagens pela polícia em um curto intervalo de tempo. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, os suspeitos somam ao menos seis registros criminais apenas entre os anos de 2024 e 2026, abrangendo delitos como roubo, furto, receptação e lesão corporal. Um dos envolvidos havia sido preso recentemente, no dia 3 de abril deste ano, mas obteve a liberdade provisória por determinação judicial apenas 48 horas após a detenção. Diante do clima de instabilidade gerado pelo episódio, o comando da Polícia Militar determinou que o patrulhamento em Brotas e nas áreas adjacentes seja reforçado por tempo indeterminado. Unidades especializadas seguem realizando incursões no bairro para garantir a segurança dos moradores e localizar outros possíveis envolvidos no ataque que vitimou o soldado Samuel Novais. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que analisa o material apreendido para robustecer o inquérito e identificar a origem do armamento utilizado contra a guarnição.



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