Tragédia: Miss baiana terminou relacionamento de 10 anos para buscar “futuro” no RJ, onde foi assassinada
Modelo de 29 anos, natural de Teixeira de Freitas, sul da Bahia, foi arremessada do 13º do prédio onde mora o namorado. Preso, suspeito se suicidou na cadeia.

A trajetória de renovação da modelo e miss baiana Ana Luiza Mateus, de 29 anos, foi interrompida de forma violenta na última quarta-feira, 22 de abril. Natural de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, a jovem morreu após cair do 13º andar de um prédio de luxo na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O principal suspeito do crime, seu namorado Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, foi detido pelas autoridades logo após o episódio, mas o caso ganhou um novo e sombrio contorno quando ele foi encontrado sem vida dentro de uma cela na Delegacia de Homicídios da Capital. O cenário que precede a queda aponta para um ambiente de conflito, uma vez que testemunhas relataram aos investigadores ter ouvido uma discussão acalorada entre o casal momentos antes do impacto. Ana Luiza buscava consolidar sua carreira no território fluminense há cerca de um ano, após tomar a decisão drástica de encerrar um relacionamento de uma década em sua cidade natal.
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Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, essa mudança representava para a miss um rito de passagem e a busca por uma liberdade que ela frequentemente exaltava em suas redes sociais, onde acumulava mais de 15 mil seguidores e compartilhava sua rotina de ensaios e participações em produções nacionais, como uma figuração no remake da novela Vale Tudo.

A linha de investigação conduzida pela Polícia Civil foca agora em determinar se houve agressão física ou luta corporal antes da queda da modelo, além de esclarecer as circunstâncias exatas da morte de Endreo sob custódia do Estado. O histórico da jovem, que incluía participações de destaque em concursos de beleza como o Miss Cosmo Bahia, agora é revisitado por amigos e familiares sob o luto de um desfecho que uniu o sonho da ascensão profissional à tragédia da violência doméstica. O caso segue sob sigilo parcial enquanto a perícia trabalha na reconstituição dos últimos momentos da vítima no apartamento.







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