Fábio Alves Prates, Selma Batista de Moraes Prates e o filho do casal, Luiz Gustavo Prates Batista, eram membros da comunidade quilombola de Cachoeira das Araras.

Uma tragédia de grandes proporções abalou o Brasil no último sábado (21), quando um ônibus da empresa Emtram colidiu com uma carreta que transportava um bloco de concreto na BR-116, próximo a Teófilo Otoni, Minas Gerais. O acidente, causado pelo estouro de um dos pneus do ônibus, resultou na morte de 41 pessoas, incluindo uma família completa de Vitória da Conquista, na Bahia.
Fábio Alves Prates, Selma Batista de Moraes Prates e o filho do casal, Luiz Gustavo Prates Batista, eram membros da comunidade quilombola de Cachoeira das Araras, localizada no distrito de Bate-Pé. A notícia da tragédia deixou a região em estado de consternação, unindo moradores em homenagens e orações pela família.
Segundo informações preliminares, o impacto da colisão fez com que o ônibus saísse da pista e se incendiasse, tornando a operação de resgate extremamente difícil. Este é considerado o acidente rodoviário mais grave desde 2009, evidenciando mais uma vez os desafios da segurança no transporte coletivo intermunicipal. A comunidade de Cachoeira das Araras, conhecida por sua forte ligação cultural e histórica, se despede com pesar de Fábio, Selma e Luiz Gustavo, que eram referências locais. “Eles eram pessoas incríveis, muito queridas por todos. A dor é imensurável”, relatou um amigo próximo da família.












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