Em nota, a empresa lamentou o ocorrido e classificou a violência como “inaceitável”. A plataforma afirmou que desativou imediatamente a conta do motorista.

A Uber baniu a conta do motorista de aplicativo que agrediu Maria de Fátima Silva Pires, de 68 anos, na entrada de um condomínio em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Câmeras de segurança registraram o momento em que a idosa levou um chute nas costas logo após passar pelo portão do prédio, na última quarta-feira (29).
Em nota, a empresa lamentou o ocorrido e classificou a violência como “inaceitável”. A plataforma afirmou que desativou imediatamente a conta do motorista assim que tomou conhecimento do episódio. Assista:
ABSURDO
Uma idosa foi agredida com um chute por um motorista de aplicativo quando entrava em um condomínio, em Copacabana, no Rio de Janeiro, na última quarta, 29.
A Uber informou que o homem foi banido da plataforma. Ele será intimado a depor na Polícia, para a investigação. pic.twitter.com/hFPR77Fiq0
— BT Mais (@belemtransito) January 31, 2025
De acordo com a polícia, o agressor já foi identificado e será chamado para prestar esclarecimentos. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana) como lesão corporal. Maria de Fátima, que passará por exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML) nesta sexta-feira (31), contou que voltava de uma consulta médica quando foi atacada.
Discussão dentro do carro
A idosa relatou que a agressão foi motivada pelo fato de ela estar comendo um biscoito dentro do veículo. “Eu estava comendo um biscoitinho. Quando parou no prédio, ele disse assim para mim: ‘Agora, você vai limpar o banco’. Fiquei impactada, não respondi e saí do carro. Foi então que ele correu atrás de mim e me deu um chute nas costas. Caí no chão, estou com muita dor do lado direito”, contou Maria de Fátima. O porteiro do prédio testemunhou a agressão e ajudou a idosa. Segundo ele, o motorista aproveitou o momento em que o portão estava aberto para entrar no condomínio e atacar a passageira.
Justiça e segurança
Maria de Fátima fez um apelo para que casos como o dela não fiquem impunes. “Que isso não ocorra mais. Muitas mulheres não denunciam por medo da impunidade, mas eu ainda acredito na Justiça”, afirmou. O caso segue em investigação, e a polícia busca esclarecer todos os detalhes da agressão.












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