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Encontrada morta em apartamento, jornalista que trabalhou na Rede Globo teria sofrido mal súbito, diz seu irmão

Em comunicado oficial divulgado à imprensa, os parentes de Cristiane Silva Sampaio expressaram gratidão pelo apoio recebido neste momento de luto.

A imprensa e os movimentos sociais lamentam a perda precoce da jornalista Cristiane Silva Sampaio, de 40 anos. Ela foi encontrada sem vida na manhã desta segunda-feira, no apartamento onde residia em Brasília. De acordo com o irmão da jornalista, Davi Silva Sampaio, as informações oficiais repassadas pela perícia técnica apontam que um mal súbito é a provável causa do falecimento. Abalados com a notícia, os familiares da profissional viajaram imediatamente para a capital federal, onde acompanham de perto os procedimentos para a liberação do corpo junto ao Instituto Médico Legal. Conforme o cronograma de liberação e após a conclusão de todos os trâmites burocráticos exigidos, o corpo da jornalista será transladado para Fortaleza, capital do Ceará, cidade onde ocorrerá o sepultamento.

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Em comunicado oficial divulgado à imprensa, os parentes expressaram gratidão pelo apoio recebido neste momento de luto e profunda dor, destacando o carinho vindo de amigos, colegas de profissão, entidades representativas, movimentos sociais e instituições públicas. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, a partida repentina da profissional gerou uma onda de consternação em suas redes sociais e nos bastidores dos órgãos públicos onde ela atuou com destaque ao longo da última década.

Dedicação ao jornalismo

Graduada pela Universidade Federal do Ceará, Cristiane construiu uma trajetória sólida no jornalismo. Ela morava no Distrito Federal desde 2016 e, atualmente, integrava a equipe de produção da TV Câmara. Antes de sua mudança para o Centro-Oeste, ela consolidou sua carreira no Ceará, onde trabalhou na TV Verdes Mares, afiliada da Rede Globo, no jornal O Globo e atuou como assessora de imprensa do Ministério Público estadual. Na capital federal, ela também se destacou durante nove anos como setorista do Congresso Nacional pelo portal Brasil de Fato.

Sindicato expressou pesar

A atuação de Cristiane também deixou uma marca profunda na defesa da categoria. Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF manifestaram imenso pesar pela perda de “Cris”, como era carinhosamente chamada. A entidade de classe ressaltou que ela exerceu o cargo de diretora sindical por duas gestões consecutivas, entre os anos de 2019 e 2025. O texto destaca que ela unia rigor jornalístico, curiosidade e humanidade no exercício da profissão, além de iluminar os espaços com seu companheirismo, sorriso acolhedor e dedicação à luta por um jornalismo de qualidade.



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