Governador Jerônimo Rodrigues defende Jaques Wagner e afirma que oposição usa a Bahia para atingir o presidente Lula
O chefe do Executivo baiano enfatizou que os adversários tentam desgastar os aliados locais como estratégia para desestabilizar a gestão federal.

Durante o Programa de Governo Participativo (PGP) realizado neste sábado em Barreiras, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) expressou forte apoio ao senador Jaques Wagner (PT). Ao falar com a imprensa antes do evento, o pré-candidato à reeleição justificou a emoção manifestada em uma agenda recente, vinculando o choro tanto à inauguração do serviço de radioterapia no Hospital do Oeste quanto ao sentimento de injustiça em relação às recentes acusações contra o senador baiano. Este foi o primeiro ato público compartilhado entre as duas lideranças após os episódios recentes, momento que o governador classificou como de grande carga emotiva. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, Jerônimo Rodrigues enxerga as críticas e os ataques direcionados a Wagner como uma manobra política articulada pela oposição para tentar atingir, por via indireta, a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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O chefe do Executivo baiano enfatizou que os adversários tentam desgastar os aliados locais como estratégia para desestabilizar a gestão federal, defendendo a trajetória de duas décadas do senador e reforçando a integridade de sua carreira pública. Demonstrando plena confiança na capacidade de defesa de seu aliado, Jerônimo ressaltou a importância estratégica de Wagner na sustentação política do grupo governista tanto no cenário estadual quanto no nacional.

Resposta aos críticos
O governador rechaçou os posicionamentos da oposição e afirmou que sua principal resposta aos críticos será a entrega contínua de obras, mencionando os investimentos em infraestrutura viária, educação em tempo integral e saúde pública como os pilares de sua gestão. Ao encerrar suas declarações, Rodrigues contrapôs seu modelo de governabilidade ao histórico político de grupos adversários na Bahia. Ele citou como exemplo sua postura de diálogo institucional com prefeitos de diferentes siglas partidárias, inclusive da oposição, mencionando as tratativas com a prefeitura de Barreiras. De acordo com o governador, sua administração rompe com as práticas autoritárias do passado ao priorizar a conciliação e o respeito institucional, definindo sua conduta como a política do bem.






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