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Polícia trabalha com hipótese de “execução” no assassinato ocorrido no centro de Vitória da Conquista

A Tarde | Juscelino Souza
Disparos provocaram pânico em dezenas de pessoas que acabavam de chegar à cidade

A polícia ainda desconhece o motivo e a autoria dos seis tiros que mataram Silvano dos Santos Achy, 45, no centro comercial de Vitória da Conquista (a 509 km de Salvador), na manhã desta segunda-feira, 14.

Populares contaram que os disparos foram feitos por homens que estavam em uma picape Fiat Strada, prata. Houve correria entre dezenas de pessoas e a multidão que se formou ao redor do corpo provocou tumulto no trânsito.  “Não deu para ver quantos eram, mas eles chegaram, pararam o carro e um gritou: atira, atira. Foi horrível”, relatou uma funcionária de um posto de combustível que disse ter presenciado a cena.

Outras testemunhas contaram que a vítima estava acompanhada de uma mulher, que conseguiu correr,  mas Achy morreu no local. “Pelas características, não era tentativa de assalto, mas típico de ‘queima-de-arquivo’ ou execução sumária”, comentou um policial civil.

Parentes que não quiseram se identificar, disseram que Achy era envolvido em atividades ilícitas, como roubo de cargas e assaltos. Rixa com bandidos também não foi descartada pela polícia, começou a ouvir os parentes ainda no local, mas não informou sobre suspeitos.  Achy era casado e tinha dois filhos.

Os disparos provocaram pânico em dezenas de pessoas que acabavam de chegar à cidade em vans e ônibus intermunicipais. Em instantes, uma multidão se formou ao redor do corpo, provocando tumulto no trânsito.



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