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Comércio prevê aumento de 8% nas vendas do Dia das Crianças

CDL |  A Tarde

Na Bahia, algumas redes de varejo preveem um movimento de vendas ainda maior este ano.

Campanha do Dia das Crianças 2010, da CDL de Vitória da Conquista

Quarta data mais importantes para o comércio – atrás apenas do Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados – o Dia das Crianças deste ano deve registrar um crescimento de vendas em torno de 8% na Bahia em relação ao ano passado, segundo o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas). A data representa 25% das vendas do setor de brinquedos durante o ano, perdendo apenas para o Natal, com 40%.

A expectativa do Sindilojas é que o comércio garanta uma receita superior a R$ 60 milhões com brinquedos e artigos de vestuário infantil. De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Lojas de Shoppings, o aumento nas vendas esperado para este ano é de 16,5% em. O levantamento também mostrou que os brasileiros pretendem gastar entre R$ 80 e R$ 120 com presentes.

Na Bahia, algumas redes de varejo preveem um movimento de vendas ainda maior este ano. A Le Biscuit ampliou os estoques para atender a expectativa de aumento de 30% nos negócios. Segundo a diretora comercial da rede, Vanessa Morgan, o 4º trimestre do ano, quando ocorrem o Dia das Crianças e o Natal, representa 55% do faturamento em vendas de todo o ano.

Já o Bompreço espera um aumento de 20%. “Todas as lojas já estão abastecidas e prontas para atender às demandas dos consumidores. A grande aposta para a sazonalidade são os brinquedos licenciados de personagens famosos dos desenhos animados da televisão e do cinema”, explica o diretor comercial do Bompreço, Paulo Fernando.

O número de parcelas e o custo com os presentes dos quatro netos são aspectos relevantes para a pedagoga Iraildes Matos, 48. Ela e a neta Stephanie Santos, 9 anos, foram nessa segunda, 27, a uma loja pesquisar os preços dos brinquedos. “Tem que pesquisar bastante, ver outras opções de presente. Pretendo gastar, no máximo, R$ 300”, calcula Iraildes, que pretende dividir as compras em, no máximo, cinco vezes no cartão de crédito. “Para não comprometer o orçamento nem o cartão”, explica ela.



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