O Povo
Na conversa, o detento disse que nunca negou que o sangue no carro era da ex-amante do goleiro Bruno.

Um dos suspeitos do desaparecimento de Eliza Samudio, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, admitiu na última quarta-feira que o sangue encontrado no carro do goleiro Bruno era da mulher.
O deputado Druval Ângelo (PT), da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, visitou Macarrão no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem. Na conversa, o detento disse que nunca negou que o sangue no carro era de Eliza. Após o deputado afirmar que o DNA no veículo era da jovem, o amigo de Bruno afirmou: – Nós nunca mentimos sobre sangue. Nunca mentimos que o sangue que tinha lá era da Eliza – disse Macarrão em um trecho da conversa divulgada pelo jornal “O Tempo”.
Durval Ângelo questiona se o suspeito já havia admitido nos julgamentos anteriores que o sangue era mesmo de Eliza. – Eu nunca falei porque o meu advogado nunca deixou (risos). Esse assunto aí eu nunca falei não foi porque não quis. Sempre quis falar – revelou.












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