Rede Bahia | G1
Delegado descarta hipótese de ‘saidinha bancária’ levantada pela família. Carlos Moreira, de 34 anos, foi morto em frente ao prédio onde morava.
A polícia descarta a hipótese de “saidinha bancária” no assassinato de Carlos Antônio Vasconcelos Moreira, de 34 anos, no bairro da Barra, em Salvador, no fim da tarde de quinta-feira (7).
A primeira ideia foi levantada com base no depoimento da família à polícia. Eles informaram que a vítima teria saído para sacar dinheiro em um shopping próximo e poderia ter sido seguido por criminosos. “Pela forma que ele foi morto, pelo fato de ter sido atingido por dez perfurações, tudo indica que a intenção foi realmente matar”, afirma o delegado Alex Gabriel, que investiga o caso.
O crime aconteceu em frente ao prédio em que a vítima morava no segundo andar. O porteiro do edifício conta que presenciou a morte. “Quem atirou estava na garupa. Eram dois homens em uma moto. Ele desceu da moto, depois vi subindo e saindo por trás dos carros”, relata.
Vizinho da vítima, o sociólogo Ademir de Sá diz que ouviu os disparos e achou que eram fogos. “Aqui é normal o pessoal soltar bombinhas de São João. Não temos descanso nem na casa onde moramos. Imagine se eles subissem no prédio, entrassem no apartamento errado. Não adianta morar na Barra”, diz.












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