pmvc

diamantina toyota

pmvc

camarote arraia da conquista

secom bahia

andrade borre

pel construtora

herrera hair institute

vca construtora

VCA rede axegu

natanael a honra do cla

Primeiro-ministro japonês, Naoto Kan renuncia ao cargo

Terra

O primeiro-ministro japonês Naoto Kan renunciou ao cargo nesta sexta-feira, conforme já havia sido antecipado pelo próprio premiê, após se reunir com a executiva de seu partido (Partido Democrático – PD).

No início de junho, Kan prometera renunciar diante dos níveis mínimos de popularidade, agravada por sua gestão da situação provocada pelo terremoto de 11 de março e consequente crise nuclear no complexo atômico de Fukushima, uma vez canalizada a reconstrução após a catástrofe com a aprovação de três leis.

O premiê havia condicionado sua renúncia a três condições: o Parlamento japonês já aprovou duas leis promovidas por ele relativas à reconstrução do país depois do terremoto seguido de tsunami de 11 de março. Kan ainda espera outra lei para ativar o segundo orçamento extraordinário para a reconstrução do país, a qual já foi ratificada em julho.


“Já que foram cumpridos os três requisitos que estipulei, vou deixar o cargo de presidente do partido, como me comprometi a fazer no dia 2 de junho passado”, explicou Kan na reunião da executiva do PD. “Uma vez eleito o novo presidente (do PD), abandonarei o cargo de primeiro-ministro”, acrescentou o governante.

Desta forma, o país asiático deverá escolher o seu sexto primeiro-ministro nos últimos cinco anos. Na última segunda-feira, o Partido Democrático (que possui a maioria no Parlamento) disse que convocará eleições para presidente, que se tornará o novo primeiro-ministro do Japão, no próximo dia 29 de agosto.

A campanha eleitoral de um novo presidente do partido começará neste sábado e os candidatos devem realizar um debate no domingo. Os nomes mais cotados para o pleito são Yoshihiko Noda, atual ministro das Finanças, e Seiji Maehara, ex-ministro de Relações Exteriores.

Kan, 64 anos, tomou posse do cargo no dia 8 de junho de 2010, após a renúncia de Yukio Hatoyama. Embora tenha começado seu governo com bons índices de aprovação, sua popularidade foi caindo paulatinamente até despencar com a crise provocada pelo terremoto seguido de tsunami de 11 do março e pelo posterior acidente na usina nuclear de Fukushima.

Ele foi duramente criticado por sua gestão da crise suscitada após o desastre de março e, desde então, tanto membros de seu partido como da oposição exigiram sua renúncia.



Leia também no VCN: